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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Pessoas Motivadas são como Pilhas



Por:Gilclér Regina

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O otimismo se traduz em forma de motivação e pode ser comparado ao combustível de um carro. Se não existir, não há como sair do lugar, seja uma charanga ou uma Ferrari do ano.

O pessimista culpa o mundo pelos seus problemas... O otimista não vê no problema o fim do mundo, apenas mais uma etapa a ser superada.

O otimista vê a oportunidade na dificuldade... O pessimista, ao contrário, vê a dificuldade na oportunidade.

Existem muitas pessoas que se auto definem como realistas, mas, na verdade, são pessimistas.

Pessoas motivadas são como pilhas: Carregam de energia todos os que estão em volta. Quanto mais pessoas assim estiverem próximas de você, maiores chances de sucesso e felicidade você terá.

Sei também que ninguém é otimista o tempo todo. A chave é o otimismo realista. 

Os prisioneiros americanos que sobreviveram as brutais condições das prisões vietnamitas foram aqueles que combinaram a habilidade de encarar a crueldade do momento (isto é: realistas) com a fé de que sobreviveriam (ou seja: otimistas).

Eles não fugiram da realidade, mas também nunca perderam a esperança de que tudo poderia acabar bem. Os pessimistas e por conseqüência os desesperançosos nunca saíram de lá, não sobreviveram.

Motivação é atitude com altitude. Motivação é questão de sobrevivência. Motivação é a chave para abrir as portas de um mundo novo para você. Essa motivação tem que ser com responsabilidade. 

Aos desmotivados de plantão um conselho: substitua o “não há nada a fazer” por “quais são as alternativas?”.

Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!



* Gilclér Regina, palestrante de sucesso, escritor com vários livros, CDs e DVDs motivacionais que já venderam mais de cinco milhões de exemplares. Clientes como General Motors, Basf, Bayer, SEBRAE, Caixa, Banco do Brasil compram suas palestras. Mais de 2000 palestras realizadas no país e exterior.

Prefeitura + população = Plano municipal de saneamento.



Até meados de fevereiro será apresentada a primeira versão do Plano Municipal de Saneamento Básico de Barbacena. Construído pela população, junto à Prefeitura e à empresa Habitat Ecológico, o Plano prevê melhorias para quatro setores: Abastecimento de Água Potável; Drenagem e Manejo das Águas Pluviais; Esgotamento Sanitário; e Limpeza Urbana e Manejo dos Resíduos Sólidos.


Durante uma semana, no mês de janeiro, mais de 400 pessoas foram ouvidas. A cidade foi dividida em Unidades Territoriais de Análise e Planejamento (UTAP's) e pôde falar sobre questões relativas ao saneamento – a população indicou suas principais dificuldades e anseios no tocante ao descarte do lixo, limpeza urbana, abastecimento de água e outros aspectos. Durante as pré-conferências, os dados colhidos foram apresentados e aberta oportunidade para elaboração de sugestões.


No momento dos debates, diversos participantes manifestaram a sua preocupação com a precariedade dos sistemas de drenagem e esgotamento sanitário, em especial no bairro Funcionários e no distrito de Correia de Almeida.


Joane Márcio Vicentine, Presidente da Associação de Bairro do Funcionários, afirma que a água da chuva é um dos principais problemas. "Temos dificuldade, porque nossas ruas não possuem bueiros e quando chove a água vem em grande quantidade e com muita força. Outro problema é o Córrego da rua Bahia.
Esta é uma situação que se arrasta por anos. Esperamos que nossas sugestões sejam ouvidas, porque a comunidade já não acredita na resolução dos problemas", pontuou Joane.




Além de destacar as demandas de Correia de Almeida, Sandra Amorim, que é Presidente da Associação Comunitária Novo Milênio, falou sobre a importância da participação de todos. "É fundamental que o povo participe e dê sua opinião, porque as melhorias serão para a comunidade e é ela a conhecedora da real situação. No caso dos problemas, acredito que já é hora de Correia de Almeida ter uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), seria uma grande contribuição. Mas também não podemos esquecer a questão das águas da chuva e da coleta de lixo", disse Sandra.




Todas as informações colhidas foram digitalizadas. Agora, é o momento de cruzar os dados - a contribuição da população e os laudos e levantamentos técnicos realizados pela equipe da Habitat Ecológico.




Segundo o engenheiro Cláudio Barretto, o balanço é positivo. "A participação da comunidade nos surpreendeu e a Prefeitura atuou como uma grande parceira. Por todo Brasil, as pessoas estão desacreditadas, mas agora é lei e é preciso confiar que será cumprido. Estamos montando um diagnóstico e a outra parte da equipe elabora as propostas para cada setor do saneamento. Vamos dividir, de forma escalonada, projetos prioritários e para os próximos 5, 10, 15 e 20 anos", explicou o engenheiro.




A expectativa é de que até meados de fevereiro o documento seja disponibilizado para consulta pública. "Estamos correndo atrás do prazo, mas tudo deve ser entregue no próximo mês. O Plano ficará disponível durante 15 dias para a população. Todos poderão opinar, contribuir e, após este período, vamos entregar o documento em uma Audiência Pública", finalizou Cláudio.




Na Audiência Pública, que ainda não tem data definida, o Plano será apresentado a fim de que as últimas alterações sejam feitas e para que o mesmo seja aprovado.
A Audiência será aberta a toda população, que terá a oportunidade de conhecer as propostas aprovadas e os rumos assinalados para a construção de uma cidade melhor estruturada.

Sapo recém-descoberto em Israel é ‘fóssil vivo’



Uma rara espécie de sapo recentemente redescoberta após ser declarada extinta acaba de ser reclassificada como um "fóssil vivo".

O sapo pintado de Hula, encontrado em Israel, ficou desaparecido durante quase 60 anos, mas um exemplar da espécie foi encontrado em 2011 em uma região pantanosa.


"Foi uma grande descoberta - (o sapo) é como um ídolo em Israel", diz à BBC o professor Sarig Gafny, do israelense Ruppin Academic Center. "Daí descobrimos que o animal era um fóssil vivo. Foi incrível."Exames indicaram que o sapo pertence a um grupo de anfíbios que se extinguiu há 15 mil anos.

Chama-se de "fóssil vivo" um exemplar vivo de uma espécie que se acreditava estar extinta, e que geralmente - mas não necessariamente - era conhecida apenas através de fósseis.

A pesquisa sobre o sapo foi publicada no periódico Nature Communications.

Mesmo antes de ter sido declarado extinto, em 1996, o sapo pintado de Hula era uma criatura esquiva. Apesar de suas características bem peculiares - uma barriga com pintas pretas e brancas -, apenas três exemplares adultos da espécie haviam sido vistos.
Testes genéticos

Quando o vale Hula, em Israel, foi drenado, nos anos 1950, a casa pantanosa dos sapos foi destruída. Cientistas pensaram que a espécie estava acabada.

Mas, dois anos atrás, um sapo pintado foi encontrado por um guarda florestal. Desde então, outros 13 exemplares foram descobertos.

Com isso, os cientistas puderam estudar a espécie detalhadamente.

O sapo havia sido classificado como um membro do grupo anfíbio Discoglossus, mas testes genéticos e tomografias indicaram que, na verdade, ele pertence ao grupo Latonia - comuns na Europa durante milhões de anos, mas em geral morreram há 15 mil anos.

"Ninguém teve a chance de ver um (sapo) Latonia porque ele foi extinto na Europa. A única forma de vê-los era por meio de fósseis", explicou Gafny.

"Mas todas as características observadas no sapo pintado de Hula (combinam com) as do fóssil da Latonia, e não do Discoglossus. Portanto, trata-se de um fóssil vivo."

Os pesquisadores dizem que o sapo foi "surpreendentemente resiliente", mas acrescentam que é muito importante agora assegurar sua sobrevivência.

Eles afirmam que esforços para levar a água de volta ao vale Hula ajudariam a assegurar um habitat adequado para a espécie.

Fonte: BBC

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Mais cultura nas escolas de Barbacena.






Cinco escolas da rede pública de Barbacena conseguiram aprovar projetos no Programa Mais Cultura nas Escolas e receberão verbas do Ministério da Cultura e do Ministério da Educação para realizá-los. O programa tem por objetivo fomentar ações que promovam o encontro entre o projeto pedagógico das escolas públicas com experiências culturais e artísticas em curso nas comunidades locais.

Cada projeto aprovado receberá entre R$ 20 mil e R$ 22 mil para realizar as iniciativas no ano de 2014. As instituições de ensino que aprovaram projetos são as seguintes: Escola Estadual São Miguel, Escola Municipal Alberto Correia, Escola Estadual Dr. Teobaldo Tollendal, Escola Municipal Monsenhor Lopes e Escola Municipal Oswaldo Fortini, todas do ensino fundamental e que estabeleceram parcerias com agentes culturais e artistas da cidade para o desenvolvimento dos projetos.

Em 2014, das 29 mil escolas que enviaram projetos para o programa, cerca de 5 mil escolas em todo o Brasil foram contempladas, totalizando um recurso aproximado da ordem de R$ 100 milhões de reais.

Visitas Guiadas e Escola Estadual São Miguel.

Um dos projetos aprovados foi o de 'Visitas Guiadas: memória, identidade e vínculo social', numa parceria entre a Escola Estadual São Miguel e o arquiteto Sérgio Cardoso Ayres, com a participação do Museu Casa de Marcier, espaço cultural administrado pela Diretoria de Cultura e Turismo das AGIR e da coordenadora do local, Deliane Dani.

"Foi grande a satisfação da aprovação do projeto, uma oportunidade de inserir ainda mais nossos alunos no contexto cultural de Barbacena", disse a diretora da Escola, Maria Aparecida Pereira Silva.

O projeto dá continuidade a um programa que existe a cinco anos em Barbacena, que consta de visitas guiadas ao patrimônio cultural da cidade, com um roteiro que enfoca o patrimônio cultural barbacenense. "Já realizamos dezenas de visitas com estudantes da cidade, num projeto que é uma referência cultural e educacional. 
A aprovação dentro do 'Mais Cultura nas Escolas' vem para levar esta iniciativa para dentro de uma instituição de ensino durante um ano. Uma oportunidade de trocar experiências com o corpo docente da Escola Estadual São Miguel, os alunos e a comunidade escolar", explicou Sérgio Cardoso Ayres, idealizador do projeto e Gerente de Turismo da AGIR.


A novidade será as visitas guiadas ao Parque Museu Casa de Marcier. "Os alunos terão a oportunidade de visitar uma Casa Museu, que é um espaço museológico diferenciado, de conhecerem a obra do artista plástico Emeric Marcier, de aproveitarem o amplo e arborizado espaço para atividades recreativas e, ainda, desenvolverem trabalhos artísticos", afirmou a coordenadora do museu Deliane Dani.

Já o vice-diretor da Escola, Elio Dias de Souza, ressaltou o papel da comunidade estudantil no projeto. "A ideia é que alunos, seus pais, professores e funcionários participem das atividades, que ainda terá mostras culturais finalizando a programação de cada semestre", disse ele. Todo o conteúdo do projeto, inclusive transporte e material didático, será custeado com a verba que a escola receberá do governo federal.

Fonte: Assessoria de Comunicação PMB.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Brasil vira rota de bengalis em busca de refúgio





O Brasil vem sendo destino, nos últimos anos, de uma nova onda de imigrantes que, em 2013, passaram a assumir a primeira posição na lista de estrangeiros que pediram refugio no país. Trata-se de cidadãos de Bangladesh, um país asiático a milhares de quilômetros do Brasil.

Segundo dados do Conare (Comitê Nacional para os Refugiados), no ano passado, até novembro, 1.830 bengalis entraram no Brasil e solicitaram status de refugiados – mais que o dobro do total de cidadãos do segundo país que mais fizeram a mesma solicitação no mesmo período, Senegal (799).


O fato reflete um crescimento crescente no número de imigrantes de Bangladesh nos últimos anos. Em 2011, o Conare contabilizou 74 pedidos de refúgio feitos por pessoas do país asiático. No ano seguinte, elas haviam subido para 280.Apesar de não terem o pedido de refúgio atendido – por não se encaixarem nos critérios do governo para isso -, os bengalis acabaram permanecendo no país, recebendo direito a residência permanente. Sem isso, e sem o status de refugiados, eles poderiam ter sido deportados do país.
Projeção atraente

A chegada de imigrantes ou refugiados vindos de Bangladesh ou de nacionalidades que tradicionalmente não migravam em massa ao país é um fenômeno recente.

Essa diversificação, segundo autoridades, é fruto da crescente projeção brasileira no exterior, aliada às crescentes restrições à entrada de imigrantes na Europa e nos Estados Unidos.

Segundo Ricardo Felix, advogado da Cáritas, ONG de direitos humanos que ajuda refugiados em várias cidades brasileiras, muitos bengalis com quem ele conversou nos últimos meses contam ver o Brasil como um país em paz, cheio de oportunidade e com histórico acolhedor.

"Fora que é um país em evidência, pelo crescimento econômico e pelos grandes eventos. E, junto com isso, também vêm as consequências", diz Ricardo Felix.

De acordo do Felix, muitos que ele entrevistou nos últimos meses contam que chegam no Brasil, diretamente em cidades como Rio ou São Paulo, de avião, portando visto de turistas, para em seguida pedirem refúgio. Outros tantos, porém, chegam por rotas muito mais complicadas.

A Polícia Federal diz que parte dos bengalis entra no Brasil pelas fronteiras com a Bolívia - caso de Hussain - ou com o Paraguai. Muitos vêm ao país para trabalhar em fábricas - especialmente no Paraná.

As primeiras vindas de bengalis, assim como de paquistaneses, ganeses e senegaleses, ocorreu, segundo o Ministério da Justiça, "em razão da crescente necessidade de mão de obra para o abate halal (preparação de carne seguindo os preceitos islâmicos), em consequência do crescimento do mercado no Oriente Médio e da obrigação de que o abate das aves fosse feito exclusivamente pelos praticantes da religião muçulmana".

O abate com o método halal fornece um selo requerido pelos países de maioria islâmica que importam a carne brasileira.
Miséria e política

Mas por que tantos bengalis estão deixando seu país e encarando uma jornada que incluiu atravessar dois continentes e dois oceanos para pedir refúgio aqui?


Em um das pontas desse trajeto está um país miserável, onde 31% da população vive abaixo da linha de pobreza e 40% tem subempregos, trabalhando apenas algumas horas por semana, segundo dados do Banco Mundial.

Os problemas econômicos são agravados pela tensão política latente no país. A rivalidade entre os dois principais partidos - o governista Liga Awami e o opositor Partido Nacional de Bangladesh (PNB) - se reflete no cotidiano do país e gera uma multidão de perseguidos políticos, entre governistas ou opositores, dependendo da região do país.

Um exemplo desse conflito é o fato de mais de cem pessoas terem sido mortas desde o fim do ano passado, em uma escalada de violência que precedeu as eleições do início de janeiro, consideradas uma das mais violentas da história do país.

"Os relatos que recebemos de Bangladesh é que, no conflito entre os dois partidos, é comum que ambos os lados façam a coação de pessoas, às vezes pessoas simples, para levar a cabo a perseguição", disse Ricardo Felix.


Refugiados?


A legislação brasileira prevê a aprovação do pedido de refúgio quando há temores fundamentados de que o estrangeiro no caso sofre perseguição por motivos de raça, religião, nacionalidade, grupo social ou opiniões políticas.

Em uma revisão dos casos de 4 mil estrangeiros que haviam pedido o status, realizada em dezembro de 2014, o governo concluiu que os 1.830 bengalis não se encaixavam nessa categoria, já que se concluiu que estavam no Brasil por razões econômicas, em busca de melhores condições de vida e trabalho.

No mesmo mês, esses casos foram enviados para a análise do Conselho Nacional de Migração (CNIg), e o governo lhes concedeu residência permanente.

"A grande questão era como solucionar, de forma que esses milhares de trabalhadores estrangeiros não ficassem em situação migratória irregular em caso de decisão desfavorável", afirmou Paulo Sérgio Almeida, presidente do CNIg, na cerimônia que anunciou a concessão da residência aos estrangeiros, justificando a decisão: "A grande maioria possui emprego e vêm conseguindo se integrar de forma satisfatória ao nosso país."

Segundo o governo brasileiro, não há uma conduta específica para os solicitantes de refúgio vindos de Bangladesh, já que a política segue sendo avaliar caso a caso. "As análises dos procedimentos no âmbito do Conare se dão de maneira individualizada. As regras e acordos internacionais, bem como as reconhecidas boas práticas brasileiras nesse sentido, devem continuar sendo cumpridas", afirmou a assessoria do Ministério da Justiça.

"O esforço do governo brasileiro é criar uma capacidade de atendimento em prazo razoável à demanda a nós apresentada e que vem crescendo a cada ano, por meio de acordos de cooperação já firmados com a Defensoria Pública da União e com o Alto Comissariado da ONU para Refugiados (ACNUR)."

Fonte: BBC Brasil

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

DICA: ORIENTAL J2000



O colchão terapêutico Oriental J2000 fornece, como uma de suas terapias, a do infravermelho distante - além de outras quatro. Imagine poder receber todos os benefícios necessários para o nosso organismo, que o sol da manhã proporciona, de forma intensiva, durante 8 horas do seu dia!

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O Infravermelho

Que o sol é uma fonte vital de energia ninguém duvida. O que muita gente desconhece é a maneira benéfica com que o infravermelho atua no organismo humano.

Através da mais alta tecnologia japonesa, pesquisadores desenvolveram uma onda que simula as características mais benéficas dos raios solares, idênticas aos raios infravermelhos emitidos pelo sol, no inicio das manhãs e finais de tardes. Possui comprimento de ondas (entre 4 a 14 mícrons), trata de três metais nobres, constituídas por platina, titânio e alumínio. Acrescentado a mais 32 elementos, cria uma onda chamada energia vital, desintoxicando as células e aumentando a imunidade do organismo, fazendo a prevenção de muitas doenças, auxiliando nos tratamentos da saúde.

Devido à frequência do Infravermelho Longo, ocorre uma ressonância com as moléculas de água ionizando e ativando as moléculas de água em nossas células e no sangue, melhorando a circulação e condição de saúde.

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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

UNILEVER ANUNCIA NOVA FÁBRICA EM MINAS



A Unilever anunciou no último dia 25 que vai abrir mais uma fábrica no Brasil, em Minas Gerais. A revelação será feita nos próximos dias como parte de um projeto de expansão no mercado nacional. A companhia já havia indicado que abriria uma nova unidade no estado de São Paulo. O anúncio foi feito pelo diretor-executivo da Unilever, Paul Polman. Os detalhes sobre os valores do investimento não foram revelados. 

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, foi quem comunicou publicamente a iniciativa. A empresa, dona de um faturamento global de R$ 13,6 bilhões, tem como meta expandir suas vendas para o consumidor brasileiro, justamente apostando para ampliação da classe média. A primeira fábrica nesse projeto de expansão já começou a ser erguida, em Aguaí, no interior de São Paulo. A previsão é de que esteja concluída em 2015. O objetivo é o de ajudar a abastecer os mercados do Sul e Sudeste. 

No ano passado, a multinacional inaugurou em Minas seu segundo maior centro de distribuição no Brasil, em Pouso Alegre, no Sul do estado. Foram investidos cerca de R$ 200 milhões no empreendimento. Hoje, a filial da Unilever no Brasil é a segunda maior do mundo, superada apenas pela americana. Atualmente são nove fábricas da multinacional no país.

Unilever

Presente em 100% dos lares brasileiros. Uma das maiores empresas de bens de consumo do mundo, fabricante de produtos de higiene pessoal e limpeza, alimentos e sorvetes, com operações em mais de 100 países, a Unilever completa, em 2014, 85 anos de atuação no Brasil. Seus produtos atingem, mensalmente, 86% dos domicílios, ou seja, cerca de 37 milhões. 

São mais de oito décadas de sucesso, conquistas, convívio e relacionamento com o consumidor, antecipando desejos, atendendo necessidade e construindo marcas consagradas como Omo, Comfort, Seda, Lux, Kibon, Hellmann’s, Arisco, Knorr, Becel, Maizena, AdeS, Dove, Axe, Close Up e Rexona, entre outras.

Atualmente, a Unilever Brasil conta com cerca de12 fábricas nos estados de São Paulo, Goiás, Minas Gerais e Pernambuco e aproximadamente de 12 mil funcionários.