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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Quem se Lembra do Esquadrão Classe A?



Em 23 de janeiro de 1983, estreava na televisão norte-americana o seriado "The A-Team", conhecida em Portugal por Soldados da Fortuna e no Brasil por Esquadrão Classe A. Exibida originalmente pela rede de televisão NBC, a série tratava sobre um grupo fictício de ex-comandos do Exército dos Estados Unidos que atuavam como mercenários, utilizando práticas comuns da Guerra do Vietnã.

No Brasil, a série foi exibida às sextas à noite no SBT entre 1984-1986, sendo uma das séries mais populares da década de 1980. Muito tempo após o final da série, ela foi exibida nas tardes da Sessão Aventura na Rede Globo de abril de 1991 a dezembro de 1992.

O termo "A-Team" (Inglês para "Equipa A"), do título original, refere-se à designação das subunidades básicas das Forças Especiais do Exército dos EUA (conhecidas como os "Boinas Verdes"), a que, supostamente, as personagens da série teriam pertencido. A letra "A" significa "away" e o termo "A-Team" significa "Grupo Avançado", utilizado para os destacamentos que iam à frente das tropas, em território inimigo, reconhecendo o terreno e preparando o avanço das forças militares.

Enredo
No final da Guerra do Vietnã, o esquadrão comandado pelo coronel John "Hannibal" Smith é acusado injustamente de um assalto ao Banco de Hanói. Crime, que, embora tenham cometido, fora encomendado por seus superiores. Com a morte de seus superiores na base no Vietnã, eles não puderam provar sua inocência. Condenados, eles escapam de uma penitenciária de segurança máxima e permanecem foragidos nos subúrbios Los Angeles, ganhando a vida como Soldados da Fortuna.

A partir de então, passam a ser perseguidos pelo Coronel Lynch, e logo depois, pelo Coronel Decker, aplicando vários golpes e fazendo ambos de palhaços para conseguir escapar.

Pessoas que precisam de operações especiais (proteção, resgate, provar inocência, capturar policiais corruptos, etc) e querem contratá-los são indicadas a procurar um velhinho em uma lavanderia (Hannibal disfarçado), que analisa o caso e marca o encontro com o Esquadrão A.

Missão por missão, cada membro do grupo tem sua função específica, que se articulam para realizar os planos malucos do Coronel Hannibal.

Murdock "Louco Furioso" ("Howling Mad" Murdock) é um maluco interno do hospital psiquiátrico de veteranos de guerra, que em diversos momentos deixa todos intrigados se ele é realmente louco. Todas as vezes consegue dar um jeito de escapar do hospício para realizar as missões, voltando para lá no final. Suas habilidades no grupo são pilotar helicópteros e aviões, além de irritar o sargento B.A. Baracus com seu cão imaginário.

Templeton "Cara-de-pau" (Templeton "Faceman" Peck, ou simplesmente "Face") é o responsável por conseguir os recursos para cada missão, como carros, passagens aéreas, hotéis, suprimentos, equipamentos, informações e tudo o que for necessário. Consegue tudo o que precisa utilizando sua conversa fiada ou seu charme com as mulheres. Geralmente sua história é de que é um produtor de hollywood e de que tudo o que está comprando, alugando ou pegando empresatado é para figurar na gravação de um filme.

John "Hannibal" Smith, sempre fumando um charuto, ganha a vida como ator figurante, que faz bicos e pequenas aparições (sempre disfarçado de monstros ou velhinhas). Seu papel no grupo é se passar por outras pessoas com seus disfarces realísticos, além de elaborar os planos mirabolantes, que sempre acabam dando certo. Mesmo quando os problemas são simples de serem resolvidos, ele "faz isso pelo Jazz" (uma forma de ele expressar que gosta de viver as emoções intensamente). Geralmente conclui as missões com sua imortal frase "adoro quando um plano dá certo".

B. A. Baracus é o piloto do furgão, o mecânico, o especialista em construir engenhocas e o grandão que se envolve nas lutas físicas. Tem um carisma muito forte com as crianças, a quem protege e orienta. Morre de medo de voar, e precisa ser dopado pelos amigos para entrar em um avião ou helicóptero, principalmente se estes forem pilotados pelo maluco do Murdock, a quem geralmente tem um desejo explícito de agredir. Adora leite.

Amy Allen é uma jornalista que se juntou ao grupo no primeiro episódio, após a missão de resgate de um de seus colegas no México. A especialidade dela é providenciar as pesquisas necessárias para que as missões possam começar, além de ser a responsável por uma rede de contatos que garante que nada falte ao Esquadrão Classe A. É ela também a responsável por tirar eles das encrencas quando isso exige um pouco mais do que emoção e força bruta.

Daí em diante, eles apagam o B.A. para voarem, provocam os adversários, infiltram escutas, constroem veículos e equipamentos extraordinários, disfarçam-se e envolvem-se em grandes confusões. E tudo isso fugindo das perseguições comandadas pelos coronéis Lynch e Decker.

Há dez anos, uma equipe de comandos especiais foi mandada para a prisão por um tribunal militar por crime que não haviam cometido. Esses homens escaparam da prisão militar de segurança máxima passando a viver secretamente em Los Angeles. Ainda hoje são procurados pelo governo e sobrevivem como aventureiros, Soldados da Fortuna. Se você tem algum problema, se ninguém mais puder ajudá-lo e se conseguir encontrá-los, talvez consiga contratar o ESQUADRÃO CLASSE A”

Em 2010 um filme foi lançado trazendo os integrantes do grupo a ativa novamente.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Hoje Tem Brilho Fest!!!! A Festa Anos 80 Mais Charmosa de Barbacena



A empresa M2T Publicidade e Produção de Eventos, realiza HOJE, no restaurante Ginos, às 23 horas, a primeira edição do ano da festa anos 80 mais charmosa de Barbacena: a renomada Brilho Fest, um evento que tem por objetivo resgatar o estilo musical sustentado pelo movimento newave dos anos 80. 

A Brilho Fest é um grande projeto, que visa proporcionar ao público da antiga Brilho a volta aos bons tempos. Musicas de bandas como Tears For Fears, Depeche Mode, A-Ha, além de grupos nacionais como RPM, Metrô, Ultraje a Rigor, Biquíni Cavadão, Paralamas dentre outros, pelo menos em Barbacena, estão em alta. O ápice deste projeto é hoje, com o melhor da música e estilo das saudosas décadas de 1980 e 1990. 

A Brilho Fest é uma festa que sempre leva centenas de pessoas e marca a memória de todos os que comparecem a este grande evento. Para que gosta de musicas dos anos 80 e princípio dos 90, dentre nacionais e internacionais, esta é uma chance ímpar para poder reviver tudo aquilo que ficou guardado apenas na lembrança destas duas décadas que marcaram a infância e adolescência de muita gente. 

A última edição da Brilho Fest, aconteceu em novembro de 2011, e contou com cerca de 700 pessoas que puderam reviver momentos memoráveis e ainda relembrar a infância quando a vida era menos agitada e mais proveitosa, tudo isso ao som da incrível Banda Vinil e os mixes do renomado Dj Gnosis.  

E ATENÇÃO: Os ingressos para a primeira Brilho Fest de 2012, já ESTÃO NO SEGUNDO LOTE e podem ser adquiridos no Jornal Folha de Negócios, na Banca WF Magazine, na Casa do Morango e na Vídeo Cine. Os boxes já estão reservados e com fila de espera.
A festa tem censura 18 anos.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

O 70° Aniversário da Eterna Nara Leão



Nara Lofego Leão Diegues nasceu em Vitória, no dia 19 de janeiro de 1942, sendo a filha caçula do casal capixaba Jairo Leão e Altina Lofego (em italiano Lofiego), descendente de imigrantes da Basilicata que imigraram para o Espírito Santo no século XIX (famílias D'Amico e Lofiego), Nara nasceu em Vitória e mudou-se para a Cidade do Rio de Janeiro quando tinha apenas um ano de idade, com os pais e a irmã, a jornalista Danuza Leão. Durante a infância, Nara teve aulas de violão com Solon Ayala e Patrício Teixeira, ex-integrante do grupo "Os Oito Batutas" de Pixinguinha. Aos 14 anos, em 1956, resolveu estudar violão na academia de Carlos Lyra e Roberto Menescal, que funcionava em um quarto-e-sala na rua Sá Ferreira, em Copacabana. Mais tarde, Nara tornou-se professora da academia.

A Bossa Nova nasceu em reuniões no apartamento dos pais da cantora, em Copacabana, das quais participavam nomes que seriam consagrados no gênero, como Roberto Menescal, Carlos Lyra, Sérgio Mendes e seu então namorado, Ronaldo Bôscoli. No fim dos anos1950, Nara foi repórter do jornal "Última Hora", onde Bôscoli também trabalhava, e que pertencia a Samuel Wainer, casado com a irmã de Nara, Danuza Leão. O namoro com Bôscoli terminou quando ele a traiu e iniciou um caso com a cantora Maysa, durante uma turnê em Buenos Aires, em 1961. Daí em diante, Nara se reaproxima de Carlos Lyra, que rompeu a parceria musical com Bôscoli em 1960, e de idéias mais à esquerda. Inicia um namoro com o cineasta Ruy Guerra e se casa com ele um tempo depois. Nessa época passa a se interessar pelo samba de morro.

A estreia profissional se deu quando da participação, ao lado de Vinícius de Moraes e Carlos Lyra, na comédia Pobre Menina Rica (1963). O título de musa da Bossa Nova foi a ela creditado pelo cronista Sérgio Porto. Mas a consagração efetiva ocorre após o movimento militar de1964, com a apresentação do espetáculo Opinião, ao lado de João do Vale e Zé Keti, um espetáculo de crítica social à dura repressão imposta pelo regime militar. Maria Bethânia, por sua vez, a substituiria no ano seguinte, interpretando Carcará, pois Nara precisara se afastar por estar afônica. Nota-se que Nara Leão vai mudando suas preferências musicais ao longo dos anos 1960. De musa da Bossa Nova, passa a ser cantora de protesto e simpatizante das atividades dos Centros Populares de Cultura da UNE. Embora os CPC's já tivessem sido extintos pela ditadura, em 1964, o espetáculo Opinião tem forte influência do espírito cepecista. Em 1966, interpretou a canção A Banda, de Chico Buarque no Festival de Música Popular Brasileira (TV Record), que ganhou o festival e público brasileiro.

Dentre as suas interpretações mais conhecidas, destacam-se O barquinho, A Banda e Com Açúcar e com Afeto -- feita a seu pedido por Chico Buarque, cantor e compositor a quem homenagearia nesse disco homônimo, lançado em 1980.
Nara também aderiu ao movimento tropicalista, tendo participado do disco-manifesto do movimento - Tropicália ou Panis et Circensis, lançado pela Philips em 1968 e disponível hoje em CD.

Já separada alguns anos do marido Ruy, de quem não teve filhos, Nara casa-se novamente, dessa vez com o cineasta Cacá Diegues, com quem teve dois filhos: Isabel e Francisco. No fim dos anos 1960, se muda para a Europa com o marido, permanecendo lá por dois anos, tendo morado na França, na cidade de Paris, onde nasceu Isabel, primeira filha do casal.

No começo dos anos 1970, ela volta para o Brasil grávida e nasce na Cidade do Rio de Janeiro o segundo filho do casal, Francisco. Nessa época, decide estudar psicologia na PUC-RJ. De fato, Nara planejava abandonar a música mas não chegou a deixar a profissão de cantora, apenas diminuindo o ritmo de trabalho e modificando o estilo dos espetáculos, pois era muito cansativa a vida de uma cantora, já que ela agora era mãe e casada, tinha que se dedicar mais aos filhos e ao marido do que a música, apesar de Nara amar cantar, teve que fazer essa difícil escolha.

Nara morreu na manhã de 7 de junho de 1989 vítima de um tumor cerebral inoperável aos 47 anos de idade. Ela já sabia do tumor, e sofria com esse problema havia 10 anos. O tumor estava numa área muito delicada do cérebro, por isso ela não podia ser operada, sentia fortes dores e tonturas, e isso também foi um contribuinte para ela tentar largar carreira musical. O último disco foi My foolish heart, lançado naquele mesmo ano, interpretando versões de clássicos americanos.



Em 2002, seus discos lançados anteriormente em LPs foram relançados em duas caixas separadas - uma com o período 1964-1975 e a outra 1977-1989 - trazendo também faixas-bônus e um livreto sobre sua biografia. Mesmo depois de ter morrido há anos, suas músicas ainda eram sucesso, como até hoje são.

Em 2007, a cantora Fernanda Takai gravou o disco Onde Brilhem os Olhos Seus, onde interpreta canções típicas do repertório de Nara Leão, fazendo assim uma homenagem. Em janeiro de 2012, seu acervo de fotografias, músicas e documentos foi digitalizado e aberto para consulta.


Se você é fã ou quer conhecer mais sobre o trabalho desta icônica artista, acesse o site oficial de Nara Leão: http://www.naraleao.com.br. Mais abaixo, segue um vídeo da cantora.


Fonte: Wikipédia

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

O Saudoso Zacarias



Mauro Faccio Gonçalves, mais conhecido como Zacarias nasceu em uma família humilde com onze irmãos. Nascido em Sete Lagoas, cidade do interior de Minas Gerais. Antes de se tornar famoso, foi vendedor de sapatos e trabalhou em uma fábrica de café, onde seu pai já trabalhava.

Mauro estudou no Colégio Diocesano Dom Silvério de Sete Lagoas. Começou a carreira no rádio em 1955, na Rádio Cultura de Sete Lagoas, num programa humorístico chamado Em Babozal Era Assim. No ano seguinte, formou-se técnico em contabilidade pela Escola Técnica de Comércio de Sete Lagoas. Através do humor, logo tornou-se conhecido pela habilidade de trocar de vozes, criando vários tipos completamente diferentes, e de imitar animais com rara perfeição.

Mudou-se para Belo Horizonte em 1957, onde tentou estudar Arquitetura, trabalhando ao mesmo tempo como bancário. Porém, dificuldades financeiras o impediram de iniciar o curso. Na capital mineira, Mauro trabalhou na Rádio Inconfidência, fazendo três programas, sendo que o que mais o marcou como comediante foi Arte Final. Logo veio o reconhecimento: foi considerado o melhor comediante do rádio de 1960 a1963. Ainda em Belo Horizonte, fez sua estreia na televisão, na TV Itacolomi, no programa Tribunal de Calouros.

Em 1963, recebeu uma proposta para trabalhar na TV Excelsior do Rio de Janeiro, a convite de Wilton Franco. Apesar da timidez - que inicialmente o impedia de trabalhar na televisão - Mauro estreou em um programa de calouros, onde criou cinco personagens, incluindo o Garçom Moranguinho, fazendo grande sucesso inspirado num garçom da terra natal dele. Mais tarde, foi para a Rede Record, para fazer parte do elenco de A Praça da Alegria e Os Insociáveis. Sua participação no programa fez com que Renato Aragão o convidasse para ser efetivado no grupo de "Os Trapalhões". Mauro foi o último a integrar o grupo, do qual já faziam parte Didi, Dedé e Mussum, completando assim a formação do quarteto em 1976.

Além do personagem Zacarias, Mauro Gonçalves também era a voz que interagia com o personagem Aparício, interpretado por Renato Aragão, e fez um filme com Roberto Machado, intitulado Deu A Louca Nas Mulheres. Em 1970, foi premiado pela sua interpretação na peça"A Dama do Camarote". Permaneceu no grupo de "Os Trapalhões" até 1990, ano em que faleceu. Seu último filme foi Uma Escola Atrapalhada.

Zacarias faleceu em 18 de março de 1990, aos 56 anos. Embora a família do ator tivesse omitido a razão de sua morte, o boletim médico liberado para a imprensa pela Clínica São Vicente, localizada na Gávea, no Rio de Janeiro diz que o ator teve insuficiência respiratória em consequência de uma infecção pulmonar, muitos rumores dizem que foi devido ao enfraquecimento de seu sistema imunológico devido a dietas e a boatos não confirmados sobre ele ter tido AIDS. De lá, seu corpo foi embalsamado e levado para Sete Lagoas, onde foi sepultado. Seu falecimento chocou muitas crianças, já que na época ele estava em plena atividade. Sem falar em seus dois companheiros Renato Aragão e Dedé Santana, que compareceram ao velório emocionadíssimos. Renato declarou que seu filho caçula havia morrido e que Zacarias nunca havia crescido, pois o considerava como um menino, emocionado e chorando aos prantos, no caixão. Mussum não pôde comparecer por estar fora da cidade.

O Trapalhão Zacarias

Zacarias era caracterizado pelo jeito infantil e ligeiramente afetado (embora sem conotação homossexual), pela peruca (Mauro Gonçalves era calvo) e pela risada característica. Mauro dizia que "Zacarias" era o nome de um galo que ele tinha na infância, e desde pequeno o chamavam assim.

Seu personagem foi o mais caricato de todos, marcado por seu dentes saltados e sua risada inconfundível, e pelo constante assédio à sua peruca (sempre alguém ou algo roubava sua peruca, ele desesperadamente se esforçava para recuperá-la em meio a gritos e lamúrias).

Devido a ação judicial movida pela família do humorista relativa a direitos autorais, o personagem criado por Gonçalves teve seu nome alterado para "Zacaria" na série de quadrinhos editada pela Editora Abril.

Após o seu falecimento, em um processo movido em 1998, os familiares do humorista reivindicam uma indenização à Rede Globo referente ao pagamento dos direitos autorais do artista pelas retransmissões do programa Os Trapalhões, entre 1989 e 1998.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Jornal Folha de Negócios recebe Moção da Câmara Municipal de Barbacena



Há mais de seis anos atuando em Barbacena e região, o Jornal Folha Negócios conta em seu histórico de clientes, com a participação de mais de 500 empresas de toda a cidade, além de ações com entidades políticas e multinacionais.

Mais que um meio de comunicação e informação, o Jornal Folha de Negócios atua como uma ferramenta de marketing prestando mais do que simples serviços de divulgação de marcas, mas também, auxiliando o crescimento da imagem de diversas empresas de Barbacena diante de seus respectivos públicos, sejam eles internos ou externos.

Contando com uma equipe altamente gabaritada e com parceiros de renome que prezam a qualidade e eficiência dos serviços prestados, o Jornal Folha de Negócios auxilia desde a micro à macro empresa a conseguir um lugar de destaque no mercado de nossa cidade e região, examinando e suprindo a necessidade de cada cliente.

A dedicação aos clientes e a comprovação da qualidade dos serviços ofertados pelo Jornal Folha de Negócios, além dos resultados proporcionados por seus serviços, fizeram do primeiro jornal de classificados de Barbacena um dos melhores veículos de comunicação de toda a região.

Este trabalho teve seu reconhecimento no último dia 13 de dezembro, quando os sócios fundadores da Folha de Negócios, os publicitários e empresários Thiago Faria Pupo Nogueira e Marcelo Maurício Miranda, receberam das mãos do vereador Alaôr Leite uma Moção concedida pela Câmara Municipal de Barbacena, em prol dos serviços prestados por toda equipe em favor do desenvolvimento da cidade e região.

Segundo Marcelo Miranda, Editor Geral da Folha de Negócios, “Essa homenagem é um reconhecimento do poder público por todo o trabalho realizado pela Folha, e um momento de emoção, quando se vê valorizado todo o trabalho que se faz, visando o engrandecimento de Barbacena”

“Essa Moção, é uma grande demonstração que trabalhando com seriedade, honestidade e muito profissionalismo, o reconhecimento sempre aparece. Agradecemos a Câmara Municipal e especialmente ao vereador Alaôr Leite, pela inesquecível honraria. Isso nos estimula a trabalhar ainda mais, prezando a qualidade e o respeito ao povo barbacenense.” Completou o Diretor Geral da Folha, Thiago Faria.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Chevrolet Montana: a Pick up Mais Completa



A Chevrolet Montana vem ganhando destaque entre os motoristas e público em geral. E os motivos são vários: O design diferenciado; desenho da dianteira, que é a mesma do Agile, caiu bem na Nova Montana; para-choque frontal tem novos contornos nas laterais, que deram um ar mais agressivo à picape; de lado, o vinco acima do para-lama traseiro se destaca, assim como o degrau lateral (ou side step), que ficou mais largo do que a peça usada em sua antecessora; dentre diversos outros fatores.


Mas, além do visual diferenciado e das qualidades mecânicas, a Montana inovou mais uma vez no segmento. Depois de ter sido pioneira na introdução do side step – degrau que facilita o acesso a caçamba e que foi amplamente copiado pela concorrência – a Nova Montana oferece pacote de tecnologias exclusivas para o segmento, como piloto automático, computador de bordo, ar-condicionado com display digital e sensor crepuscular, elevando a oferta de equipamentos a um nível nunca antes atingido por nenhuma de suas concorrentes.


A traseira tem traços que buscam realçar a robustez do desenho da Montana. As lanternas possuem um desenho mais retilíneo e a tampa traseira incorpora o espaço para a placa, que em sua antecessora ficava no para-choque. A caçamba é o maior trunfo da picape: com 1,68 metro de comprimento, ela tem a maior capacidade de carga (758 quilos) e a maior capacidade volumétrica, com capacidade para 1.100 litros.


O interior é o mesmo do Agile, com direito a painel de instrumentos com iluminação azulada - chamada pela marca de Ice Blue - e anéis cromados em torno dos comandos do ar-condicionado (que tem um mostrador digital bastante futurista). A cabine tem um espaço de 164 litros atrás dos bancos, suficiente para levar mochilas, bolsas e até uma pequena compra do mês de supermercado. A visibilidade traseira, um dos pontos mais criticados pelos proprietários da antiga Montana, foi melhorada graças à nova posição dos bancos, que estão mais elevados.


A Nova Montana conta com o conhecido motor 1.4 Econo.Flex, que gera 104 cv com etanol e 101 cv quando abastecido com gasolina, ambos a 6.000 rpm., a picape acelera de 0 a 100 km/h em 12,1 segundos e chega aos 170 km/h de velocidade máxima, sempre com etanol no tanque. Com gasolina, estes números caem para 12,3 segundos e 168 km/h, respectivamente.


Para os interessados, a Montana possui duas versões de acabamento: LS e Sport. A configuração de entrada LS oferece protetor de caçamba, imobilizador eletrônico e rodas de aço de 14 polegadas com calotas de série. Há ainda dez ganchos para amarração das cargas transportadas, evidenciando sua vocação para o trabalho. Já a Sport se destaca pelo visual diferenciado. A lista de itens estéticos inclui faróis com máscara negra, lanternas fumê, capa dos espelhos retrovisores, maçanetas e frisos pintados na cor da carroceria, barra de proteção no teto, adesivos pretos nas colunas “B” e rodas de liga leve de 15 polegadas (que podem ser trocadas por um conjunto de 16 polegadas, vendido como opcional). O comprador pode rechear o modelo com freios com sistema anti-travamento (ABS), airbag duplo e itens pouco comuns em uma picape pequena, como piloto automático e sensor crepuscular, que acende os faróis automaticamente em locais com baixa luminosidade.


Segundo o gerente de vendas da Chevrolet José dos Santos, Leonardo Carneiro, a Montana está disponível da sede da concessionária, BR 040, km 699, para àqueles que desejam conhecer melhor as vantagens do veículo. “Para conhecer a Montana os interessados podem vir a José dos Santos que nossa equipe de atendimento está capacitada apresentar as vantagens do veículo”, informou Leonardo.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

História - O Tratado de Madrid, 13 de Janeiro de 1750



A partilha das colônias pertencentes à Espanha e Portugal na América do sul gerou polêmicas que acabaram em altercações e motins durante boa parte da história colonial.

Este tratado tornou-se responsável por determinar os limites entre as duas colônias sul-americanas, acabando definitivamente com as contendas. O Tratado de Tordesilhas – oficialmente demarcador das fronteiras entre Espanha e Portugal – nunca conseguiu ser totalmente respeitado, sendo portanto substituído pelo Tratado de Madrid, assinado na capital espanhola a 13 de janeiro de 1750, entre os reis de Portugal e da Espanha.

O Tratado de Madrid foi preparado cuidadosamente a partir do Mapa das Cortes, favorecendo as colônias portuguesas em prejuízo aos direitos dos espanhóis. Os diplomatas portugueses eram muito espertos e basearam-se no princípio do Uti Possidetis – direito de posse – para definir como se daria a divisão territorial, trabalhando também para a vitória portuguesa. Pelo Uti Possidetis a terra deveria ser ocupada por aqueles já se encontravam estabelecidos nela, com residência fixa e trabalho nas redondezas. Desta forma os portugueses se firmaram no grande território que hoje forma o Brasil.

O Tratado de Madrid estabeleceu que o limite da fronteira entre os domínios espanhóis e portugueses se daria a partir do ponto mediano entre a embocadura do Rio Madeira e a foz do Rio Mamoré, sempre seguindo em linha reta até visualizar a margem do Rio Javari. Surgia uma linha imaginária que futuramente geraria muitas discórdias.

Por este tratado Portugal foi obrigado a ceder a Colônia do Sacramento ao estuário da Prata, mas em compensação recebeu os atuais estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, o atual Mato Grosso do Sul, a gigantesca área que ficava no alto Paraguai e mais algumas extensões de terras abandonadas, também adquiridas através de negociações.

O tratado estabeleceu que a paz sempre reinaria entre as colônias, até quando as capitais das províncias se encontrassem em guerra; a Capital brasileira foi transferida de Salvador para o Rio de Janeiro; a posse da Amazônia foi cedida para Portugal e o Rio Uruguai foi escolhido como fronteira entre o Brasil e a Argentina.

O Tratado de Madrid foi importante para o Brasil porque definiu aproximadamente o contorno geográfico do Brasil hoje.

Fonte:http://www.infoescola.com