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terça-feira, 15 de abril de 2014

Santa Casa solicita doações de Fraldas Geriátricas



A Santa Casa de Misericórdia de Barbacena, sendo referência em urgência e emergência para 51 municípios da macrorregião, atende a pacientes de toda a região em seu Pronto Atendimento.

Ocorre que muitos deles, às vezes sem acompanhantes, chegam ou acabam ficando muito debilitados devido à enfermidade, necessitando de cuidados especiais no próprio leito.

Produtos de higiene não são fornecidos pelo hospital. Cabe ao paciente ou seus familiares trazerem. Mas os pacientes que chegam politraumatizados ou com problemas neurocirúrgicos graves necessitam usar fralda imediatamente ao atendimento, não havendo tempo para que os familiares cheguem e comprem o produto.

Por isso, lançamos uma campanha de doação de fraldas geriátricas para atender os pacientes de urgência e emergência do Pronto Atendimento da Santa casa de Misericórdia de Barbacena, já que o conforto do paciente faz parte de sua recuperação. Contamos com sua colaboração, pois hoje você ajuda e amanhã poderá ser ajudado.

As doações podem ser feitas a qualquer hora, na portaria do pronto Atendimento, ou de 07 às 18 horas, na Portaria Principal.

quarta-feira, 26 de março de 2014

OBESIDADE DOS BRASILEIROS JÁ É PROBLEMA DE SAÚDE PÚBLICA




A Santa Casa de Barbacena publicou em seu site (www.scbarbacena.com.br) artigo do médico Dr. Dráuzio Varella que demonstra grande preocupação com um problema que, também no Brasil, já é considerado de Saúde Pública: a obesidade.
A obesidade é um dos problemas mais importantes que a Saúde Pública enfrenta hoje no Brasil e em outros países do mundo. A Organização Mundial de Saúde (OMS) considera que, atualmente, nos países desenvolvidos, ela seja o principal problema de saúde a enfrentar.
Por que as pessoas estão engordando tanto? De onde vem esse desespero pela comida e a dificuldade para perder peso? A resposta, por certo, poderá ser encontrada nas raízes evolucionistas do homem. Há 50 mil anos, nossos antepassados tinham grande dificuldade para conseguir alimentos. A possibilidade de estocá-los é contemporânea ao advento da agricultura há dez mil anos, um segundo em termos evolucionistas. Essa carência alimentar moldou o cérebro humano de tal maneira, que ele busca obter o máximo de calorias possível para mobilizar energia acumulando-a sob a forma de gordura que, teoricamente, será usada nos períodos de fome provocados pela escassez de comida.
Entretanto, no mundo moderno, a realidade é bem diferente. A geladeira pode conservar alimentos variados por dias e semanas. Basta abri-la para saboreá-los. A propaganda nos incita a comer produtos altamente calóricos por preço razoável. Basta uma ligação telefônica para temos comida de diversos tipos, entregues, em poucos minutos, na porta das nossas casas.
Nosso cérebro condicionado em tempos de penúria agora encontra fartura e o mecanismo evolucionista que selecionou pessoas capazes de acumular gordura, decisão inteligente no passado, se volta contra elas. Reverter esse processo é tarefa árdua e muitas vezes inglória. No entanto, é preciso estar alerta. O excesso de peso está associado a uma série de doenças que comprometem a qualidade e a duração da vida.
A educação na infância é a única forma para tentar resolver o problema. Não se pode induzir a criança a comer batata frita como um prêmio nos finais de semana. Isso não é prêmio, é punição. Batata frita tem alto valor calórico e muita gordura saturada. A educação deve começar em casa. Mas, as refeições em família tornaram-se um evento raro em nossas vidas. Com isso, não ajudamos a criar hábitos alimentares saudáveis nas crianças, que acabam engordando. Ressaltamos também que nos últimos anos os casos de obesidade na infância e na adolescência tiveram altos índices, principalmente nos quais o fator desencadeante foi a separação dos pais.

Fonte: http://scbarbacena.com.br/noticias/noticia.php?id=247

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Mudanças no Atendimento na Santa Casa



Já em fase de implantação, o Cartão Nacional de Saúde é um instrumento que possibilita a vinculação dos procedimentos executados no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Para isso, é necessário que os usuários, profissionais de saúde e unidades de saúde sejam cadastradas. A partir desses cadastros, os usuários do SUS e os profissionais de saúde recebem um cartão número nacional de identificação. 

A implantação do Cartão Nacional de Saúde está prevista desde a Norma Operacional Básica do SUS de 1996. No entanto, a complexidade do projeto fez com que somente em 1999 ele fosse iniciado. O processo de implantação em curso, considerado como projeto piloto, abrange 44 municípios brasileiros e atinge todas as regiões do País, alcançando cerca de 13 milhões de usuários dos SUS. O projeto é financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), por meio do projeto Reforço à Reorganização do SUS (Reforsus). 

O acompanhamento da implantação do projeto Cartão Nacional de Saúde tem sido feito pela equipe do projeto no Ministério da Saúde e pelos interlocutores responsáveis pelo projeto no âmbito dos estados e municípios. Para tanto, o Ministério da Saúde constituiu equipes de trabalho nas áreas de: saúde e informação, treinamento, tecnologia e desenvolvimento, cadastramento e infra-estrutura, além da área de administração do projeto. 

No âmbito municipal foram constituídos os Núcleos de Implantação Local, coordenados pela Secretaria Municipal de Saúde, com participação de representante designado pela Secretaria Estadual de Saúde. 

Já o cadastramento no sistema consiste no processo por meio do qual são identificados os usuários do Sistema Único de Saúde e seus domicílios de residência. Por meio do cadastro será possível a emissão do Cartão Nacional de Saúde para os usuários e a vinculação de cada usuário ao domicílio de residência, permitindo uma maior eficiência na realização das ações de natureza individual e coletiva desenvolvidas nas áreas de abrangência dos serviços de saúde. 

De acordo com o Ministério da Saúde, a realização de um cadastramento domiciliar de base nacional, aliado à possibilidade de manutenção dessa base cadastral atualizada, pode permitir aos gestores do SUS a construção de políticas sociais integradas e intersetoriais (educação, trabalho, assistência social, tributos etc.) nos diversos níveis do governo. 

O Cadastro Nacional de Usuários é o primeiro passo para a implantação do Cartão Nacional de Saúde em todo território nacional, sendo uma ferramenta importante para a consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS), facilitando a gestão do sistema e contribuindo para o aumento da eficiência no atendimento direto ao usuário. 

Já de acordo com a assessoria de comunicação da Santa Casa de Misericórdia de Barbacena, a partir desse mês, quem procurar a Santa Casa, deverá ter em mãos o Cartão Nacional de Saúde, em cumprimento a obrigatoriedade do uso do cartão para atendimentos de unidades hospitalares. O Cartão Nacional de Saúde atende a uma demanda histórica da saúde no Brasil. Ele identifica o indivíduo para garantir a cidadania, coordena informações para humanizar o atendimento e padroniza os procedimentos para democratizar o uso do recurso público.