JORNAL FOLHA DE NEGÓCIOS, SEMPRE UM BOM NEGÓCIO - TEL:(32)3331-9521

Galeria Blog

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

A Preparação para a Aposentadoria



Por: Francisco José Pupo Nogueira

Quando a desobrigação de trabalhar acontecer, a aposentadoria deve ser suficiente para a inatividade, compensado a sua possível diminuição de rendimento, com maior assistência do Estado nas suas despesas com transporte, gastos médicos, etc.

A aposentadoria é um direito, que está garantido na Constituição, e nessa condição, deve ser tratado o aposentado durante sua a inatividade. Dentro do direito de lazer, compreendem-se estudos relativos à passagem da condição de ativo para a de inativo.

Nos últimos anos os planos de preparação para a aposentadoria desenvolveram-se de forma substancial. São práticas médicas, psicologias, laborais e de lazer, voltadas para a pessoa ao deixar o emprego, ou, no caso de empresário autônomo, visando à adaptação, em razão de certas desobrigações, como ir ao local de trabalho, vestir-se adequadamente, enfim, submeter-se a novas regras sociais.

A preparação à inatividade pura, caso de pessoas já em idade avançada, como na aposentadoria em geral, deverão ser fornecidas informações de cursos técnicos, centros de recreação e lazer, e outros tipos de informações.

Portanto, a aposentadoria deve ser concebida como um período de lazer, no qual não está obrigado a trabalhar, podendo dispor de seu tempo da forma mais prazerosa que quiser, dever ser obrigação e interesse do Estado oferecer as melhores condições e infraestrutura para concretização da aposentadoria do cidadão.

Para o Direito Previdenciário o lazer interessa instituto juridico, isto quer dizer, uma conquista constitucional dos indivíduos. E quando estas aposentadorias se derem por idade, deverão ser desenvolvidas técnicas geriátricas e gerontológicas a respeito.

Por tudo isso o lazer é um direito e cabe ao Estado assegurar seu exercício com DIGNIDADE E RESPEITO.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

A Grande Alma: Mahatma Gandhi



Exatamente em 30 de janeiro de 1948, Mahatma Gandhi foi morto aos 78 anos durante uma oração coletiva em Nova Délhi, na Índia. O líder espiritual lutou pela independência do país por meio da desobediência civil, também conhecida por resistência pacífica.
Mohandas Karamchand Gandhi, mais conhecido popularmente por Mahatma Gandhi (do sânscrito "Mahatma", "A Grande Alma") foi o idealizador e fundador do moderno Estado indiano e o maior defensor do Satyagraha (princípio da não-agressão, forma não-violenta de protesto) como um meio de revolução.
O princípio do satyagraha, frequentemente traduzido como "o caminho da verdade" ou "a busca da verdade", também inspirou gerações de ativistas democráticos e anti-racismo, incluindo Martin Luther King e Nelson Mandela. Freqüentemente Gandhi afirmava a simplicidade de seus valores, derivados da crença tradicional hindu: verdade (satya) e não-violência (ahimsa).

Mohandas Karamchand Gandhi nasceu no dia 2 de outubro de 1869, na cidade de Porbandar, na Índia ocidental, hoje estado de Gujarat. Seu pai era um político local, e a mãe era uma devota vaisnava. Como era costume em sua cultura nesta época, com a idade de 13 anos, a família de Gandhi realizou seu casamento arranjado infantil com Kasturba Gandhi, de 14 anos, através de um acordo entre as respectivas famílias.
Depois de um pouco de educação indistinta foi decidido que ele deveria ir para a Inglaterra para estudar Direito. Ele ganhou a permissão da mãe, prometendo se abster de vinho, mulheres e carne, mas ele desafiou os regulamentos de sua casta, que proibiam a viagem para a Inglaterra. Cursou a faculdade de Direito em Londres.
Procurando um restaurante vegetariano, havia descoberto na filosofia de Henry Salt um argumento para o vegetarianismo e convenceu-se dessa prática. Ele organizou um clube vegetariano onde se encontravam teósofos e pessoas com interesses altruísticos.
Sua primeira leitura do Bhagavad-Gita foi através de parábolas em língua britânica com tradução poética de Edwin Arnold: A Canção Celestial. Esta escritura hindu e o "Sermão da Montanha", do Evangelho, se tornaram, mais tarde, suas "bíblias" e guias de viagens espirituais. Ele memorizou o Gita em suas meditações diárias, e frequentemente recitou no original sânscrito, em suas orações.
 
Quando Gandhi voltou à Índia, em 1891, sua mãe havia falecido, e ele, devido a timidez não obteve êxito a exercer sua profissão legal de advogado. Assim, aproveitou a oportunidade que surgiu de ir para África do Sul, durante um ano, representando uma firma hindu em KwaZulu-Natal, em um processo judicial.
Sua estada na África do Sul, notório local de discriminação racial, despertaram em Gandhi a consciência social. Como advogado, Gandhi fez o melhor para descobrir os fatos. Depois de resolver um caso difícil, ele passou a ter notoriedade por sua atuação. Ele mesmo relata: "eu tive um aprendizado que me levou a descobrir o lado melhor da natureza humana e entrar nos corações dos homens. Eu percebi que a verdadeira função de um advogado era unir rivais de festas a parte".
Acreditava que o dever do advogado era ajudar o tribunal a descobrir a verdade, não tentar incriminar o inocente. Ao término do ano, durante uma festa de despedida, de retorno à Índia, Gandhi tomou conhecimento que uma lei estava sendo proposta para privar os hindus do voto. Os amigos dele insistiram: "fique e conduza a briga para os direitos de nossos compatriotas na África do Sul. Gandhi fundou em KwaZulu-Natal o Congresso hindu em 1894, e seus esforços foram uma vigorosa advertência para a imprensa.
 
Quando Gandhi retornou à África, após buscar a esposa e filhos na Índia em janeiro de 1897, os sul-africanos tentaram interromper suas atividades de maneiras sórdidas. Uma delas foi a tentativa de subornar e ameaçar o agropecuário Dada Abdulla Sheth; mas Dada Abdulla era cliente de Gandhi, e finalmente depois de um período de quarentena, Gandhi recebeu permissão para aterrissar. A turba de espera reconheceu Gandhi, e alguns brancos começaram a espancá-lo até que a esposa do Superintendente Policial veio ao salvamento dele. A turba ameaçou linchá-lo, mas Gandhi escapou usando um disfarce.
 
Gandhi com o "Indian Ambulance Corps" durante a "Segunda Guerra dos Boers" 1899-1900.
Depois ele se recusou processar os que o haviam espancado, permanecendo firme ao principio de ego-restrição com respeito a uma pessoa infratora; além de que, tinha sido os líderes da comunidade e do governo de Natal que haviam causado o problema. Não obstante o acontecido Gandhi sentia o dever de apoiar o povo britânico durante a Guerra dos Boers, organizando e conduzindo um Corpo médico hindu para alimentar os feridos no campo de batalha. Quando trezentos hindus e oitocentos criados foram contratados, os brancos foram surpreendidos.
Gandhi acabou permanecendo vinte anos na África do Sul defendendo a minoria hindu, liderando a luta de seu povo pelos seus direitos. Ele experimentou o celibato durante trinta anos de sua vida, e em 1906 levou o juramento de Brahmacharya para o resto da vida dele.
Separou-se em 1908, quando já tinha quatro filhos, para viver com Hermann Kallenbach, um arquiteto alemão de origem judaica que emigrara para a África do Sul e viria a tornar-se um de seus discípulos mais próximos. Viveram sob o mesmo teto por dois anos, separando-se quando Gandhi retornou à Índia em 1914. Mantiveram contato por correspondência e Gandhi prometeu não olhar mais para uma mulher com intenções impuras.
 
O primeiro uso de desobediência civil em massa ocorreu em setembro de 1906. O Governo de Transvaal quis registrar a população hindu inteira. Os hindus formaram uma massa que se encontrou no Teatro Imperial de Joanesburgo; eles estavam furiosos com a ordem humilhante, e alguns ameaçaram exercer uma resposta violenta a ordem injusta.
Porém, eles decidiram em grupo a se recusarem a obedecer as providências de inscrição; havia unanimidade, apenas alguns se registraram. Ainda, Gandhi sugeriu aos indianos que levassem um penhor em nome de Deus; embora eles fossem hindus e muçulmanos, todos acreditavam em um e no mesmo Deus. Gandhi decidiu chamar esta técnica de recusar submeter a injustiça de Satyagraha que quer dizer literalmente: "força da verdade" . Uma semana depois de desobediência, as mulheres Asiáticas foram dispensadas do registro. Quando o governo de Transvaal finalmente pôs em pratica o "Ato de Inscrição Asiático" em 1907, Gandhi e vários outros hindus foram presos.
A pena dele foi de dois meses sem trabalho duro, dedicando-se durante esse período à leitura. Durante a vida, Gandhi passaria um total de mais de seis anos como prisioneiro. Enquanto lendo em prisão Gandhi travou contato, por carta, com Leon Tolstoi, um de seus ídolos. O escritor russo com suas ideias libertárias influenciou o indiano e indicou a este a leitura de Henry David Thoreau. Gandhi descobriu então a Desobediência Civil. Também teve papel importante a obra do pensador anarquista Kropotkin. Logo ele começou a perceber cada vez mais as possibilidades infinitas do "amor universal".
O movimento de protesto para a conquista dos direitos indianos na África do Sul continuou crescendo; em um certo ponto foram presos 2.500 indianos dos 13.000 existentes na província, enquanto 6.000 tinham fugido de Transvaal.
Sendo civil aos oponentes durante a desobediência, Gandhi desenvolveu o uso de ahimsa que significa "sem dor" e normalmente é traduzido "não violência". Gandhi seguiu o Ódio de preceito "o pecado e não o pecador. Desde que nós vivemos espiritualmente, ferir ou atacar outra pessoa são atacar a si mesmo. Embora nós possamos atacar um sistema injusto, nós sempre temos que amar as pessoas envolvidas. Assim ahimsa é a base da procura para verdade".
 
Gandhi também foi atraído a vida agrícola simples. Ele começou duas comunidades rurais em Satyagrahis: "Phoenix Farm" e "Tolstoy Farm". Escreveu e editou o diário "Opinião indiana", para elucidar os princípios e a prática de Satyagraha. Três assuntos foram apontados: a indagação para direitos dos hindus na África do Sul; sobre a proibição de imigrantes Asiáticos; e por fim, sobre o invalidamento de todos casamentos não Cristãos.
 
Em novembro de 1913 Gandhi conduziu uma marcha com mais de duas mil pessoas. Gandhi foi preso e solto após pagar fiança. Logo após o prenderam novamente e o libertaram, e novamente foi preso depois de quatro dias de liberdade. Foi então condenado ao trabalho forçado durante três meses, mas as greves continuaram, envolvendo aproximadamente 50.000 operários e milhares de indianos foram escravizados na prisão.
Alguns missionários Cristãos doaram todo seu dinheiro para o movimento. Foram libertados Gandhi e outros líderes, e foi anunciada outra marcha. Porém, Gandhi recusou tirar proveito através de uma greve em uma estrada de ferro dos "brancos" (já que certa vez Mahatma Gandhi havia sido expulso de um compartimento de primeira classe de um trem, ao se recusar a "ceder" o seu lugar a um branco e se mover para a terceira classe), sendo que Gandhi cancelou a marcha, apesar de estar "quebrando" o penhor de Sujeira (1908). "Perdão é o ornamento do valente", Gandhi explicou.
Finalmente através de negociação os assuntos estavam resolvidos. Todos os matrimônios independente da religião eram válidos; os impostos em atraso foram cancelados e inclusive os operários contratados; e foi concedida mais liberdade aos indianos.
Gandhi constatou o poder do método de Satyagraha e profetizou como poderia transformar a civilização moderna. "É uma força que, se ficasse universal, revolucionaria ideais sociais e anularia despotismos e o militarismo."
Enquanto isso a Índia ainda estava sofrendo debaixo de regra colonial britânica. Gandhi sugere que a Índia pode ganhar sua independência por meios não violentos e por via da ego-confiança. Ele rejeita a força bruta e sua opressão e declara que a força da alma ou amor e que se mantém a unidade das pessoas em paz e harmonia.
 
Gandhi em 1918, quando liderou os Kheda Satyagraha contra as taxações injustas.
De volta a Índia em 1915, Gandhi passou a exercer o papel de conscientizador da sociedade hindu e muçulmana na luta pacífica pela independência indiana, baseada no uso da não violência. O uso da não violência baseava-se no uso da desobediência civil.
Gandhi estava pronto para morar nas ruas sujas com os intocáveis se necessário, mas um benfeitor anônimo doou bastante dinheiro que duraria um ano. Passa então a ajudar os necessitados e as crianças carentes.
Em 1917 Gandhi ajudou as pessoas que trabalhavam em tecelagens, diante das explorações injusta dos proprietários sobre esses trabalhadores. Ele foi detido, mas logo perceberam que o Mahatma era o único que poderia controlar as multidões.
Reformas foram ganhas novamente por meio da desobediência civil. Os trabalhadores têxteis de Ahmedabad também eram economicamente oprimidos. Gandhi sugeriu uma greve, e como os trabalhadores temiam as consequências dela, ele faz um jejum para encorajar que eles continuem a greve. Gandhi explicou que ele não jejuou para coagir o oponente, mas fortalecer ou reformar esses que o amaram. Ele não acreditou que jejuando resultaria em salários mais altos.
 
O primeiro desafio de Gandhi contra o governo britânico na Índia estava em resposta contra os poderes arbitrários do "Rowlatt Act" em 1919. A Índia tinha cooperado com a Inglaterra durante a guerra, no entanto estavam sendo reduzidas as liberdades civis.
Guiado por um sonho ou experiência interna Gandhi decidiu pedir um dia de greve geral. Porém, a filosofia de Mahatma não foi bem entendida pelas massas, e violências estouraram em vários lugares. O Mahatma se arrependeu declarando que tinha feito "um erro de cálculo", e ele cancelou a campanha.
Gandhi fundou e publicou dois semanários sem anúncios - a "Índia Jovem" em inglês e o "Navajivan" em Gujarati. Em 1920 Gandhi iniciou uma campanha de âmbito nacional de não cooperação com o governo britânico que para o camponês significou o não pagamento de impostos e nenhuma compra de bebida alcoólica, desde que o governo ganhou toda a renda de sua venda.
Gandhi realizou várias viagens ao longo de todo território hindu, com a função de conseguir a conscientização em massa de todas as pessoas, mostrando a necessidade da prática da desobediência civil e do uso da não violência. Durante finais dos anos 20, Gandhi escreve uma auto-biografia retratando suas experiências vividas. Ele é bastante sincero nesse livro, chegando ao ponto de se humilhar pelos erros cometidos, mostrando o esforço de os superar.
 
 
Em suas falas ele exibe através dos dedos da mão seu programa de cinco pontos:
igualdade;
nenhum uso de álcool ou droga;
unidade hindu-muçulmano;
amizade;
e igualdade para as mulheres.
Esses cinco pontos, os cinco dedos representando o sistema, estavam conectados ao pulso, simbolizando a não-violência.
 
Finalmente em 1928, ele anunciou uma campanha de Satyagraha em Bardoli contra o aumento de 22% em impostos britânicos. As pessoas se recusaram a pagar os impostos, sendo repreendidas pelo governo britânico. No entanto os indianos continuavam não violentos. Finalmente, após vários meses, os britânicos cancelaram os aumentos, libertaram os prisioneiros, e devolveram as terras e propriedades confiscadas; e os camponeses voltaram a pagar seus tributos.
Ainda nesse ano, o congresso indiano quis a autonomia da Índia e considerou guerra aos ingleses para conseguir esse fim. Gandhi recusou a apoiar uma atitude como esta, porém declarou que se a Índia não se tornasse um Estado independente ao final de 1929, então ele exigiria sua independência.

A "Marcha do Sal"
Por conseguinte em 1930, Mahatma Gandhi informou ao vice-rei, de que a desobediência civil em massa iniciaria no dia 11 de março. "Minha ambição é nada menos que converter as pessoas britânicas à não violência, e assim lhe faz ver o mal que fizeram para a Índia. Eu não busco danificar as pessoas.". Gandhi decidiu desobedecer as "Leis do Sal" que proibiram os hindus de fazer seu próprio sal; este monopólio britânico golpeou especialmente aos pobres.
Começando com setenta e oito participantes, Gandhi iniciou uma marcha de 124 milhas para o mar que duraria mais de vinte e quatro dias. Milhares tinham se juntado no começo, e vários milhares uniram-se durante a marcha. Primeiro Gandhi e, então outros juntaram um pouco de água salgada na beira-mar em panelas, deixando ao sol para secar. Em Bombaim o Congresso teve panelas no telhado; 60.000 pessoas juntaram-se ao movimento, e foram presas centenas delas. Em Karachi onde 50.000 assistiram o sal sendo feito, a multidão era tão espessa que impedia a polícia de efetuar alguma apreensão. As prisões estavam lotadas com pelo menos 60,000 ofensores. Incrivelmente lá "não havia praticamente nenhuma violência por parte da população; as pessoas não queriam que Gandhi cancelasse o movimento."
 
Gandhi foi preso antes de que pudesse invadir os "Trabalhos Dharasana Sal", mas o amigo dele Sr. Sarojini Naidu conduziu 2.500 voluntários e os advertiu a não resistir às interferências da polícia. De acordo com uma testemunha ocular, o repórter Miller de Webb, eles continuaram marchando até serem detidos abaixo do aco-shod lathis, por quatrocentos policiais, mas eles não tentaram lutar.
Tagore declarou que a Europa tinha perdido a moral e o prestígio na Ásia. Logo, mais de 100.000 hindus estavam na prisão, incluindo quase todos líderes.
Gandhi foi chamado a uma reunião com o Vice-rei Irwin em 1931, e eles firmaram um acordo em março. A Desobediência civil foi cancelada; foram libertados os prisioneiros; a fabricação de sal foi permitida na costa; e os líderes do Congresso assistiriam à próxima Conferência de Mesa Redonda em Londres. Para participar desta conferência, Gandhi viajou novamente a Londres, onde conheceu Charlie Chaplin, George Bernard Shaw, e Maria Montessori, entre outros. Em transmissão de rádio para os Estados Unidos, ele falou que a força não violenta é um modo mais consistente, humano e digno. Discutindo relações com os britânicos, ele disse que ele não quis somente a independência, mas também a interdependência voluntária baseada no amor.
 
Enquanto, preso em 1932, Gandhi entrou em um jejum em nome dos Harijans porque a eles tinha sido determinado um eleitorado separado. Poderia ser um jejum até morte, a menos que ele pudesse despertar a consciência hindu. O assunto estava resolvido, e até mesmo templos hindus intocáveis eram abertos pela primeira vez. No próximo ano, Gandhi fez um jejum de vinte e um dias para purificação, e os funcionários britânicos, amedrontados de que ele pudesse morrer, colocaram-no na prisão. Gandhi anunciou que não se ocuparia da desobediência civil até que sua oração fosse completada.
Mesmo com a Segunda Guerra Mundial se aproximando, Gandhi havia confirmado seus princípios pacifistas. Ele mostrou como a Abissínia (Etiópia) poderia ter usado a não violência contra Mussolini, e ele recomendou isto para os Tchecos e para os chineses. "Se é valente, como é, para morrer a um homem que luta contra preconceitos, é ainda bravo para recusar briga e ainda recusar se render ao usurpador"
 
Já em 1938 ele exortou os judeus para defender os direitos deles e se necessário morrer como mártires. "Um manhunt degradante pode ser transformado em um posto tranquilo e determinado, oferecendo aos homens e mulheres desarmados, a força dada a eles por Jehovah." Mahatma recomenda o uso de Métodos não violentos aos britânicos para combater Hitler; já que não podia dar seu apoio a qualquer tipo de guerra ou matança.
O Congresso prometeu a Gandhi que ele ficaria fora da prisão, mas outros 23.223 indianos foram presos, inclusive Vinoba Bhave, Jawaharlal Nehru, e Patel. Em 1942, Gandhi sugeriu modos para resistir não violentamente aos japoneses. Ele propôs uma atração às pessoas japonesas, a causa da "federação mundial da fraternidade sem a qual não poderia haver nenhuma esperança para a humanidade".
 
Porém, Gandhi continuou exercendo uma revolução não violenta para a Índia, e em 1942 ele e outros líderes foram presos. Ele decidiu jejuar novamente, sendo que apenas ele sobreviveu. Quando a guerra terminou, ele afirmou da necessidade de "uma paz real baseada na liberdade e igualdade de todas as raças e nações". Nos últimos anos de sua vida, ele havia dito, "Violência é criada por desigualdade, a não violência pela igualdade".
Ele foi a uma peregrinação para Noakhali para ajudar aos pobres. Independência para a Índia era agora iminente, mas Jinnah o Líder muçulmano estava exigindo a criação de um estado separado: o Paquistão. Gandhi prega para unidade e tolerância, até mesmo lendo às reuniões um Alcorão de orações.
Os hindus o atacaram porque pensaram que ele era a favor dos muçulmanos, e os muçulmanos exigindo dele a criação do Paquistão. Gandhi foi para Calcutá para acalmar a discussão e a violência entre hindus e muçulmanos.
Mais uma vez ele jejuou até que os líderes da comunidade assinaram um acordo para manter a paz. Antes de que eles assinassem, ele os advertiu de que se rebelassem ele jejuaria até a morte.
Gandhi também, em janeiro de 1948 fez muito para acalmar os conflitos entre hindus e muçulmanos, permitindo a divisão da Índia em dois países.

Após a guerra, Gandhi se envolveu com o Congresso Nacional Indiano e com o movimento pela independência. Ganhou notoriedade internacional pela sua política de desobediência civil e pelo uso do jejum como forma de protesto.
Por esses motivos sua prisão foi decretada diversas vezes pelas autoridades britânicas, prisões às quais sempre se seguiram protestos pela sua libertação (por exemplo, em 18 de março de 1922, quando foi sentenciado a seis anos de prisão por desobediência civil, mas cumpriu apenas dois anos).
Outra estratégia eficiente de Gandhi pela independência foi a política do swadeshi - o boicote a todos os produtos importados, especialmente os produzidos na Inglaterra. Aliada a esta estratégia estava sua proposta de que todos os indianos deveriam vestir o khadi - vestimentas caseiras - ao invés de comprar os produtos têxteis britânicos.
 
Gandhi declarava que toda mulher indiana, rica ou pobre, deveria gastar parte do seu dia fabricando o khadi em apoio ao movimento de independência. Esta era uma estratégia para incluir as mulheres no movimento, em um período em que pensava-se que tais atividades não eram apropriadas às mulheres.
Sua posição pró-independência endureceu após o Massacre de Amritsar em 1920, quando soldados britânicos abriram fogo matando centenas de indianos que protestavam pacificamente contra medidas autoritárias do governo britânico e contra a prisão de líderes nacionalistas indianos.
Uma de suas mais eficientes ações foi a marcha do sal, conhecida como Marcha Dândi, que começou em 12 de março de 1930 e terminou em 5 de abril, quando Gandhi levou milhares de pessoas ao mar a fim de coletarem seu próprio sal ao invés de pagar a taxa prevista sobre o sal comprado.
Em 8 de Maio de 1933, Gandhi começou um jejum que duraria 21 dias em protesto à opressão britânica contra a Índia. Em Bombaim, no dia 3 de março de 1939, Gandhi jejuou novamente em protesto às regras autoritárias e autocráticas para a Índia.

Segunda Guerra Mundial
Mahadev Desai lendo para Gandhi uma carta do vice-rei, em Birla House, Mumbai, em 1939.
Gandhi passou cada vez mais a pregar a independência durante a II Guerra Mundial, através de uma campanha clamando pela saída dos britânicos da Índia (Quit Índia, literalmente Saiam da Índia), que em pouco tempo se tornou o maior movimento pela independência indiana, ocasionando prisões em massa e violência em uma escala inédita.
Gandhi e seus partidários deixaram claro que não apoiariam a causa britânica na guerra a não ser que fosse garantida à Índia independência imediata.
Durante este tempo, ele até mesmo cogitou um fim do seu apelo à não-violência, de outra forma um princípio intocável, alegando que a "anarquia ordenada" ao redor dele era "pior do que a anarquia real". Foi então preso em Bombaim pelas forças britânicas em 9 de agosto de 1942 e mantido em cárcere por dois anos.

A divisão da Índia entre hindus e muçulmanos
Gandhi teve grande influência entre as comunidades hindu e muçulmana da Índia. Costuma-se dizer que ele terminava rixas comunais apenas com sua presença. Gandhi posicionou-se veementemente contra qualquer plano que dividisse a Índia em dois estados, o que efetivamente aconteceu, criando a Índia - predominantemente hindu - e o Paquistão - predominantemente muçulmano.
No dia da transferência de poder, Gandhi não celebrou a independência com o restante da Índia, mas ao contrário, lamentou sozinho a partilha do país em Calcutá.
Gandhi havia iniciado um jejum no dia 13 de janeiro de 1948 em protesto contra as violências cometidas por indianos e paquistaneses. No dia 20 daquele mês, ele sofreu um atentado: uma bomba foi lançada em sua direção, mas ninguém ficou ferido.
Entretanto, no dia 30 de janeiro de 1948, Gandhi foi assassinado a tiros, em Nova Déli, por Nathuram Godse, um hindu radical que responsabilizava Gandhi pelo enfraquecimento do novo governo ao insistir no pagamento de certas dívidas ao Paquistão. Godse foi depois julgado, condenado e enforcado, a despeito do último pedido de Gandhi que foi justamente a não-punição de seu assassino.
O corpo do Mahatma foi cremado e suas cinzas foram jogadas no rio Ganges.
É significativo sobre a longa busca de Gandhi por seu deus o fato de suas últimas palavras serem um mantra popular na concepção hindu de um deus conhecido como Rama: "Hai Ram!" Este mantra é visto como um sinal de inspiração tanto para o espírito quanto para o idealismo político, relacionado a uma possibilidade de paz na unificação.

Gandhi nunca recebeu o prêmio Nobel da Paz, apesar de ter sido indicado cinco vezes entre 1937 e 1948. Décadas depois, no entanto, o erro foi reconhecido pelo comitê organizador do Nobel.
Quando o Dalai Lama Tenzin Gyatso recebeu o prêmio em 1989, o presidente do comitê disse que o prêmio era "em parte um tributo à memória de Mahatma Gandhi". 
Ao longo de sua vida, as atividades de Gandhi atraíram todo tipo de comentário e opinião.
Winston Churchill chegou a chamá-lo de "faquir castanho".
Sobre Gandhi, Albert Einstein disse que as gerações por vir terão dificuldade em acreditar que um homem como este realmente existiu e caminhou sobre a Terra.

Fonte: Wikipedia

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Mozart




Wolfgang Amadeus Mozart, aniversariante do dia, escreveu a ópera "Don Giovanni" em um só dia. Ela foi executada pela primeira vez no dia seguinte, sem qualquer ensaio. 

Mozart mostrou uma habilidade musical prodigiosa desde sua infância. Já competente nos instrumentos de teclado e no violino, começou a compor aos cinco anos de idade, e passou a se apresentar para a realeza da Europa, maravilhando a todos com seu talento precoce. Chegando à adolescência foi contratado como músico da corte em Salzburgo, porém as limitações da vida musical na cidade o impeliram a buscar um novo cargo em outras cortes, mas sem sucesso. Ao visitar Viena em 1781 com seu patrão, desentendeu-se com ele e solicitou demissão, optando por ficar na capital, onde, ao longo do resto de sua vida, conquistou fama, porém pouca estabilidade financeira. Seus últimos anos viram surgir algumas de suas sinfonias, concertos e óperas mais conhecidos, além de seu Requiem. As circunstâncias de sua morte prematura deram origem a diversas lendas. Deixou uma esposa, Constanze, e dois filhos.
Foi autor de mais de seiscentas obras, muitas delas referenciais na música sinfônica,concertante, operística, coral, pianística e de câmara. Sua produção foi louvada por todos os críticos de sua época, embora muitos a considerassem excessivamente complexa e difícil, e estendeu sua influência sobre vários outros compositores ao longo de todo o século XIX e início do século XX. Hoje Mozart é visto pela crítica especializada como um dos maiores compositores do ocidente, conseguiu conquistar grande prestígio mesmo entre os leigos, e sua imagem se tornou um ícone popular.

Fontes:
Guia dos Curiosos / Wikipedia


quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Registro do Nome do Consumidor nos Órgãos de Proteção ao Crédito SPC/Serasa.


Por: Francisco J. P. Nogueira Filho - Advogado

O SPC e o SERASA são duas instituições que tem por finalidade cadastrar devedores, servindo como banco de dados ou órgãos de consulta para empresas, instituições financeiras, dentre outros.

Tais instituições podem fazer o registro do nome de consumidores que estejam devedores, ou que apresentem dívidas vencidas e que não foram pagas, dívidas protestadas, ou cheques emitidos sem fundos.

Ocorre que, o consumidor deve estar sempre atento, pois inúmeras vezes os registros são feitos de forma equivocada, inclusive com ofensa a requisitos básicos para o registro.

Em primeiro lugar, a dívida ou pendência deve ser real, ou seja, não é possível haver o registro de dívida já paga ou inexistente. Em caso de registro indevido, tanto a empresa que determinou o registro, quanto o órgão de proteção ao crédito, poderão ser civilmente responsabilizados pelo ato ilícito praticado, inclusive sendo passível de ação judicial visando a reparação pelos danos morais sofridos.

Além disso, antes de registrar o nome do consumidor, o mesmo deve ser informado, por correspondência formal, inclusive com aviso de recebimento, que seu nome passará a constar do banco de dados do SPC ou SERASA.

Destaca-se que, em regra, o prazo limite para a manutenção do nome do consumidor no cadastro de inadimplência é de 05 anos, contados da data do vencimento da dívida objeto da anotação.

O consumidor deve estar sempre atento, pois o registro de seu nome nestes órgãos de proteção ao crédito, trazem diversos transtornos, principalmente no que diz respeito a concessão de crédito, o que pode, por exemplo, inviabilizar o financiamento de um imóvel.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Fi-lo Porque Qui-lo




O ex-presidente Jânio Quadros faria aniversário hoje. Quando ainda era governador de São Paulo, em 1957, ele proibiu a execução de rock and roll em todos os bailes realizados no estado. Ao assumir a presidência, quatro anos depois, foi mais longe: proibiu o uso de maiôs em concursos de beleza, biquínis nas praias, lança-perfumes, corridas de cavalo em dias úteis, brigas de galo e espetáculos de hipnose em locais públicos. Um decreto, assinado em 1962, obrigou também que todos os filmes transmitidos pela TV fossem dublados.

Fonte: Guia dos Curiosos

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

IEC PUC Minas em Juiz de Fora oferece pós-graduação em Psicologia.



O Instituto de Educação Continuada (IEC) PUC Minas, em Juiz de Fora, está com inscrições abertas para os cursos de pós-graduação lato sensu Fundamentos da Teoria Psicanalítica e Orientação Vocacional, referentes ao 1° semestre de 2012. Os interessados devem se inscrever até 27 de fevereiro pelo site www.iec.pucminas.br.

O objetivo do curso de Fundamentos da Teoria Psicanalítica é estudar os conceitos fundamentais da Teoria Psicanalítica e sua interlocução com os diversos desafios propostos pela contemporaneidade.

A Psicanálise foi criada no século XX, por Sigmund Freud, e, desde então, se estabeleceu como um saber sobre o ser humano e seu dinamismo frente à relação deste com a natureza e com a cultura.

Já o curso de Orientação Vocacional trata de temas como reorientação profissional, planejamento de carreira e aposentadoria, considerando a importância do trabalho como inserção social. Esse tipo de conhecimento torna-se ainda mais útil numa sociedade dinâmica, na qual o trabalho passa a ser cada vez mais imprevisível, configurando-se em um cenário de transição, exigindo das pessoas um alto grau de adaptabilidade e multifuncionalidade.

Informações

O IEC PUC Minas em Juiz de Fora oferece mais 19 cursos de pós-graduação lato sensu nas áreas de Ciências Biológicas, Ciências da Religião, Comunicação, Direito, Educação e Letras, Fisioterapia, Gestão, História, Informática e Tecnologia, Meio Ambiente e Saúde.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Quem se Lembra do Esquadrão Classe A?



Em 23 de janeiro de 1983, estreava na televisão norte-americana o seriado "The A-Team", conhecida em Portugal por Soldados da Fortuna e no Brasil por Esquadrão Classe A. Exibida originalmente pela rede de televisão NBC, a série tratava sobre um grupo fictício de ex-comandos do Exército dos Estados Unidos que atuavam como mercenários, utilizando práticas comuns da Guerra do Vietnã.

No Brasil, a série foi exibida às sextas à noite no SBT entre 1984-1986, sendo uma das séries mais populares da década de 1980. Muito tempo após o final da série, ela foi exibida nas tardes da Sessão Aventura na Rede Globo de abril de 1991 a dezembro de 1992.

O termo "A-Team" (Inglês para "Equipa A"), do título original, refere-se à designação das subunidades básicas das Forças Especiais do Exército dos EUA (conhecidas como os "Boinas Verdes"), a que, supostamente, as personagens da série teriam pertencido. A letra "A" significa "away" e o termo "A-Team" significa "Grupo Avançado", utilizado para os destacamentos que iam à frente das tropas, em território inimigo, reconhecendo o terreno e preparando o avanço das forças militares.

Enredo
No final da Guerra do Vietnã, o esquadrão comandado pelo coronel John "Hannibal" Smith é acusado injustamente de um assalto ao Banco de Hanói. Crime, que, embora tenham cometido, fora encomendado por seus superiores. Com a morte de seus superiores na base no Vietnã, eles não puderam provar sua inocência. Condenados, eles escapam de uma penitenciária de segurança máxima e permanecem foragidos nos subúrbios Los Angeles, ganhando a vida como Soldados da Fortuna.

A partir de então, passam a ser perseguidos pelo Coronel Lynch, e logo depois, pelo Coronel Decker, aplicando vários golpes e fazendo ambos de palhaços para conseguir escapar.

Pessoas que precisam de operações especiais (proteção, resgate, provar inocência, capturar policiais corruptos, etc) e querem contratá-los são indicadas a procurar um velhinho em uma lavanderia (Hannibal disfarçado), que analisa o caso e marca o encontro com o Esquadrão A.

Missão por missão, cada membro do grupo tem sua função específica, que se articulam para realizar os planos malucos do Coronel Hannibal.

Murdock "Louco Furioso" ("Howling Mad" Murdock) é um maluco interno do hospital psiquiátrico de veteranos de guerra, que em diversos momentos deixa todos intrigados se ele é realmente louco. Todas as vezes consegue dar um jeito de escapar do hospício para realizar as missões, voltando para lá no final. Suas habilidades no grupo são pilotar helicópteros e aviões, além de irritar o sargento B.A. Baracus com seu cão imaginário.

Templeton "Cara-de-pau" (Templeton "Faceman" Peck, ou simplesmente "Face") é o responsável por conseguir os recursos para cada missão, como carros, passagens aéreas, hotéis, suprimentos, equipamentos, informações e tudo o que for necessário. Consegue tudo o que precisa utilizando sua conversa fiada ou seu charme com as mulheres. Geralmente sua história é de que é um produtor de hollywood e de que tudo o que está comprando, alugando ou pegando empresatado é para figurar na gravação de um filme.

John "Hannibal" Smith, sempre fumando um charuto, ganha a vida como ator figurante, que faz bicos e pequenas aparições (sempre disfarçado de monstros ou velhinhas). Seu papel no grupo é se passar por outras pessoas com seus disfarces realísticos, além de elaborar os planos mirabolantes, que sempre acabam dando certo. Mesmo quando os problemas são simples de serem resolvidos, ele "faz isso pelo Jazz" (uma forma de ele expressar que gosta de viver as emoções intensamente). Geralmente conclui as missões com sua imortal frase "adoro quando um plano dá certo".

B. A. Baracus é o piloto do furgão, o mecânico, o especialista em construir engenhocas e o grandão que se envolve nas lutas físicas. Tem um carisma muito forte com as crianças, a quem protege e orienta. Morre de medo de voar, e precisa ser dopado pelos amigos para entrar em um avião ou helicóptero, principalmente se estes forem pilotados pelo maluco do Murdock, a quem geralmente tem um desejo explícito de agredir. Adora leite.

Amy Allen é uma jornalista que se juntou ao grupo no primeiro episódio, após a missão de resgate de um de seus colegas no México. A especialidade dela é providenciar as pesquisas necessárias para que as missões possam começar, além de ser a responsável por uma rede de contatos que garante que nada falte ao Esquadrão Classe A. É ela também a responsável por tirar eles das encrencas quando isso exige um pouco mais do que emoção e força bruta.

Daí em diante, eles apagam o B.A. para voarem, provocam os adversários, infiltram escutas, constroem veículos e equipamentos extraordinários, disfarçam-se e envolvem-se em grandes confusões. E tudo isso fugindo das perseguições comandadas pelos coronéis Lynch e Decker.

Há dez anos, uma equipe de comandos especiais foi mandada para a prisão por um tribunal militar por crime que não haviam cometido. Esses homens escaparam da prisão militar de segurança máxima passando a viver secretamente em Los Angeles. Ainda hoje são procurados pelo governo e sobrevivem como aventureiros, Soldados da Fortuna. Se você tem algum problema, se ninguém mais puder ajudá-lo e se conseguir encontrá-los, talvez consiga contratar o ESQUADRÃO CLASSE A”

Em 2010 um filme foi lançado trazendo os integrantes do grupo a ativa novamente.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Hoje Tem Brilho Fest!!!! A Festa Anos 80 Mais Charmosa de Barbacena



A empresa M2T Publicidade e Produção de Eventos, realiza HOJE, no restaurante Ginos, às 23 horas, a primeira edição do ano da festa anos 80 mais charmosa de Barbacena: a renomada Brilho Fest, um evento que tem por objetivo resgatar o estilo musical sustentado pelo movimento newave dos anos 80. 

A Brilho Fest é um grande projeto, que visa proporcionar ao público da antiga Brilho a volta aos bons tempos. Musicas de bandas como Tears For Fears, Depeche Mode, A-Ha, além de grupos nacionais como RPM, Metrô, Ultraje a Rigor, Biquíni Cavadão, Paralamas dentre outros, pelo menos em Barbacena, estão em alta. O ápice deste projeto é hoje, com o melhor da música e estilo das saudosas décadas de 1980 e 1990. 

A Brilho Fest é uma festa que sempre leva centenas de pessoas e marca a memória de todos os que comparecem a este grande evento. Para que gosta de musicas dos anos 80 e princípio dos 90, dentre nacionais e internacionais, esta é uma chance ímpar para poder reviver tudo aquilo que ficou guardado apenas na lembrança destas duas décadas que marcaram a infância e adolescência de muita gente. 

A última edição da Brilho Fest, aconteceu em novembro de 2011, e contou com cerca de 700 pessoas que puderam reviver momentos memoráveis e ainda relembrar a infância quando a vida era menos agitada e mais proveitosa, tudo isso ao som da incrível Banda Vinil e os mixes do renomado Dj Gnosis.  

E ATENÇÃO: Os ingressos para a primeira Brilho Fest de 2012, já ESTÃO NO SEGUNDO LOTE e podem ser adquiridos no Jornal Folha de Negócios, na Banca WF Magazine, na Casa do Morango e na Vídeo Cine. Os boxes já estão reservados e com fila de espera.
A festa tem censura 18 anos.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

O 70° Aniversário da Eterna Nara Leão



Nara Lofego Leão Diegues nasceu em Vitória, no dia 19 de janeiro de 1942, sendo a filha caçula do casal capixaba Jairo Leão e Altina Lofego (em italiano Lofiego), descendente de imigrantes da Basilicata que imigraram para o Espírito Santo no século XIX (famílias D'Amico e Lofiego), Nara nasceu em Vitória e mudou-se para a Cidade do Rio de Janeiro quando tinha apenas um ano de idade, com os pais e a irmã, a jornalista Danuza Leão. Durante a infância, Nara teve aulas de violão com Solon Ayala e Patrício Teixeira, ex-integrante do grupo "Os Oito Batutas" de Pixinguinha. Aos 14 anos, em 1956, resolveu estudar violão na academia de Carlos Lyra e Roberto Menescal, que funcionava em um quarto-e-sala na rua Sá Ferreira, em Copacabana. Mais tarde, Nara tornou-se professora da academia.

A Bossa Nova nasceu em reuniões no apartamento dos pais da cantora, em Copacabana, das quais participavam nomes que seriam consagrados no gênero, como Roberto Menescal, Carlos Lyra, Sérgio Mendes e seu então namorado, Ronaldo Bôscoli. No fim dos anos1950, Nara foi repórter do jornal "Última Hora", onde Bôscoli também trabalhava, e que pertencia a Samuel Wainer, casado com a irmã de Nara, Danuza Leão. O namoro com Bôscoli terminou quando ele a traiu e iniciou um caso com a cantora Maysa, durante uma turnê em Buenos Aires, em 1961. Daí em diante, Nara se reaproxima de Carlos Lyra, que rompeu a parceria musical com Bôscoli em 1960, e de idéias mais à esquerda. Inicia um namoro com o cineasta Ruy Guerra e se casa com ele um tempo depois. Nessa época passa a se interessar pelo samba de morro.

A estreia profissional se deu quando da participação, ao lado de Vinícius de Moraes e Carlos Lyra, na comédia Pobre Menina Rica (1963). O título de musa da Bossa Nova foi a ela creditado pelo cronista Sérgio Porto. Mas a consagração efetiva ocorre após o movimento militar de1964, com a apresentação do espetáculo Opinião, ao lado de João do Vale e Zé Keti, um espetáculo de crítica social à dura repressão imposta pelo regime militar. Maria Bethânia, por sua vez, a substituiria no ano seguinte, interpretando Carcará, pois Nara precisara se afastar por estar afônica. Nota-se que Nara Leão vai mudando suas preferências musicais ao longo dos anos 1960. De musa da Bossa Nova, passa a ser cantora de protesto e simpatizante das atividades dos Centros Populares de Cultura da UNE. Embora os CPC's já tivessem sido extintos pela ditadura, em 1964, o espetáculo Opinião tem forte influência do espírito cepecista. Em 1966, interpretou a canção A Banda, de Chico Buarque no Festival de Música Popular Brasileira (TV Record), que ganhou o festival e público brasileiro.

Dentre as suas interpretações mais conhecidas, destacam-se O barquinho, A Banda e Com Açúcar e com Afeto -- feita a seu pedido por Chico Buarque, cantor e compositor a quem homenagearia nesse disco homônimo, lançado em 1980.
Nara também aderiu ao movimento tropicalista, tendo participado do disco-manifesto do movimento - Tropicália ou Panis et Circensis, lançado pela Philips em 1968 e disponível hoje em CD.

Já separada alguns anos do marido Ruy, de quem não teve filhos, Nara casa-se novamente, dessa vez com o cineasta Cacá Diegues, com quem teve dois filhos: Isabel e Francisco. No fim dos anos 1960, se muda para a Europa com o marido, permanecendo lá por dois anos, tendo morado na França, na cidade de Paris, onde nasceu Isabel, primeira filha do casal.

No começo dos anos 1970, ela volta para o Brasil grávida e nasce na Cidade do Rio de Janeiro o segundo filho do casal, Francisco. Nessa época, decide estudar psicologia na PUC-RJ. De fato, Nara planejava abandonar a música mas não chegou a deixar a profissão de cantora, apenas diminuindo o ritmo de trabalho e modificando o estilo dos espetáculos, pois era muito cansativa a vida de uma cantora, já que ela agora era mãe e casada, tinha que se dedicar mais aos filhos e ao marido do que a música, apesar de Nara amar cantar, teve que fazer essa difícil escolha.

Nara morreu na manhã de 7 de junho de 1989 vítima de um tumor cerebral inoperável aos 47 anos de idade. Ela já sabia do tumor, e sofria com esse problema havia 10 anos. O tumor estava numa área muito delicada do cérebro, por isso ela não podia ser operada, sentia fortes dores e tonturas, e isso também foi um contribuinte para ela tentar largar carreira musical. O último disco foi My foolish heart, lançado naquele mesmo ano, interpretando versões de clássicos americanos.



Em 2002, seus discos lançados anteriormente em LPs foram relançados em duas caixas separadas - uma com o período 1964-1975 e a outra 1977-1989 - trazendo também faixas-bônus e um livreto sobre sua biografia. Mesmo depois de ter morrido há anos, suas músicas ainda eram sucesso, como até hoje são.

Em 2007, a cantora Fernanda Takai gravou o disco Onde Brilhem os Olhos Seus, onde interpreta canções típicas do repertório de Nara Leão, fazendo assim uma homenagem. Em janeiro de 2012, seu acervo de fotografias, músicas e documentos foi digitalizado e aberto para consulta.


Se você é fã ou quer conhecer mais sobre o trabalho desta icônica artista, acesse o site oficial de Nara Leão: http://www.naraleao.com.br. Mais abaixo, segue um vídeo da cantora.


Fonte: Wikipédia

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

O Saudoso Zacarias



Mauro Faccio Gonçalves, mais conhecido como Zacarias nasceu em uma família humilde com onze irmãos. Nascido em Sete Lagoas, cidade do interior de Minas Gerais. Antes de se tornar famoso, foi vendedor de sapatos e trabalhou em uma fábrica de café, onde seu pai já trabalhava.

Mauro estudou no Colégio Diocesano Dom Silvério de Sete Lagoas. Começou a carreira no rádio em 1955, na Rádio Cultura de Sete Lagoas, num programa humorístico chamado Em Babozal Era Assim. No ano seguinte, formou-se técnico em contabilidade pela Escola Técnica de Comércio de Sete Lagoas. Através do humor, logo tornou-se conhecido pela habilidade de trocar de vozes, criando vários tipos completamente diferentes, e de imitar animais com rara perfeição.

Mudou-se para Belo Horizonte em 1957, onde tentou estudar Arquitetura, trabalhando ao mesmo tempo como bancário. Porém, dificuldades financeiras o impediram de iniciar o curso. Na capital mineira, Mauro trabalhou na Rádio Inconfidência, fazendo três programas, sendo que o que mais o marcou como comediante foi Arte Final. Logo veio o reconhecimento: foi considerado o melhor comediante do rádio de 1960 a1963. Ainda em Belo Horizonte, fez sua estreia na televisão, na TV Itacolomi, no programa Tribunal de Calouros.

Em 1963, recebeu uma proposta para trabalhar na TV Excelsior do Rio de Janeiro, a convite de Wilton Franco. Apesar da timidez - que inicialmente o impedia de trabalhar na televisão - Mauro estreou em um programa de calouros, onde criou cinco personagens, incluindo o Garçom Moranguinho, fazendo grande sucesso inspirado num garçom da terra natal dele. Mais tarde, foi para a Rede Record, para fazer parte do elenco de A Praça da Alegria e Os Insociáveis. Sua participação no programa fez com que Renato Aragão o convidasse para ser efetivado no grupo de "Os Trapalhões". Mauro foi o último a integrar o grupo, do qual já faziam parte Didi, Dedé e Mussum, completando assim a formação do quarteto em 1976.

Além do personagem Zacarias, Mauro Gonçalves também era a voz que interagia com o personagem Aparício, interpretado por Renato Aragão, e fez um filme com Roberto Machado, intitulado Deu A Louca Nas Mulheres. Em 1970, foi premiado pela sua interpretação na peça"A Dama do Camarote". Permaneceu no grupo de "Os Trapalhões" até 1990, ano em que faleceu. Seu último filme foi Uma Escola Atrapalhada.

Zacarias faleceu em 18 de março de 1990, aos 56 anos. Embora a família do ator tivesse omitido a razão de sua morte, o boletim médico liberado para a imprensa pela Clínica São Vicente, localizada na Gávea, no Rio de Janeiro diz que o ator teve insuficiência respiratória em consequência de uma infecção pulmonar, muitos rumores dizem que foi devido ao enfraquecimento de seu sistema imunológico devido a dietas e a boatos não confirmados sobre ele ter tido AIDS. De lá, seu corpo foi embalsamado e levado para Sete Lagoas, onde foi sepultado. Seu falecimento chocou muitas crianças, já que na época ele estava em plena atividade. Sem falar em seus dois companheiros Renato Aragão e Dedé Santana, que compareceram ao velório emocionadíssimos. Renato declarou que seu filho caçula havia morrido e que Zacarias nunca havia crescido, pois o considerava como um menino, emocionado e chorando aos prantos, no caixão. Mussum não pôde comparecer por estar fora da cidade.

O Trapalhão Zacarias

Zacarias era caracterizado pelo jeito infantil e ligeiramente afetado (embora sem conotação homossexual), pela peruca (Mauro Gonçalves era calvo) e pela risada característica. Mauro dizia que "Zacarias" era o nome de um galo que ele tinha na infância, e desde pequeno o chamavam assim.

Seu personagem foi o mais caricato de todos, marcado por seu dentes saltados e sua risada inconfundível, e pelo constante assédio à sua peruca (sempre alguém ou algo roubava sua peruca, ele desesperadamente se esforçava para recuperá-la em meio a gritos e lamúrias).

Devido a ação judicial movida pela família do humorista relativa a direitos autorais, o personagem criado por Gonçalves teve seu nome alterado para "Zacaria" na série de quadrinhos editada pela Editora Abril.

Após o seu falecimento, em um processo movido em 1998, os familiares do humorista reivindicam uma indenização à Rede Globo referente ao pagamento dos direitos autorais do artista pelas retransmissões do programa Os Trapalhões, entre 1989 e 1998.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Jornal Folha de Negócios recebe Moção da Câmara Municipal de Barbacena



Há mais de seis anos atuando em Barbacena e região, o Jornal Folha Negócios conta em seu histórico de clientes, com a participação de mais de 500 empresas de toda a cidade, além de ações com entidades políticas e multinacionais.

Mais que um meio de comunicação e informação, o Jornal Folha de Negócios atua como uma ferramenta de marketing prestando mais do que simples serviços de divulgação de marcas, mas também, auxiliando o crescimento da imagem de diversas empresas de Barbacena diante de seus respectivos públicos, sejam eles internos ou externos.

Contando com uma equipe altamente gabaritada e com parceiros de renome que prezam a qualidade e eficiência dos serviços prestados, o Jornal Folha de Negócios auxilia desde a micro à macro empresa a conseguir um lugar de destaque no mercado de nossa cidade e região, examinando e suprindo a necessidade de cada cliente.

A dedicação aos clientes e a comprovação da qualidade dos serviços ofertados pelo Jornal Folha de Negócios, além dos resultados proporcionados por seus serviços, fizeram do primeiro jornal de classificados de Barbacena um dos melhores veículos de comunicação de toda a região.

Este trabalho teve seu reconhecimento no último dia 13 de dezembro, quando os sócios fundadores da Folha de Negócios, os publicitários e empresários Thiago Faria Pupo Nogueira e Marcelo Maurício Miranda, receberam das mãos do vereador Alaôr Leite uma Moção concedida pela Câmara Municipal de Barbacena, em prol dos serviços prestados por toda equipe em favor do desenvolvimento da cidade e região.

Segundo Marcelo Miranda, Editor Geral da Folha de Negócios, “Essa homenagem é um reconhecimento do poder público por todo o trabalho realizado pela Folha, e um momento de emoção, quando se vê valorizado todo o trabalho que se faz, visando o engrandecimento de Barbacena”

“Essa Moção, é uma grande demonstração que trabalhando com seriedade, honestidade e muito profissionalismo, o reconhecimento sempre aparece. Agradecemos a Câmara Municipal e especialmente ao vereador Alaôr Leite, pela inesquecível honraria. Isso nos estimula a trabalhar ainda mais, prezando a qualidade e o respeito ao povo barbacenense.” Completou o Diretor Geral da Folha, Thiago Faria.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Chevrolet Montana: a Pick up Mais Completa



A Chevrolet Montana vem ganhando destaque entre os motoristas e público em geral. E os motivos são vários: O design diferenciado; desenho da dianteira, que é a mesma do Agile, caiu bem na Nova Montana; para-choque frontal tem novos contornos nas laterais, que deram um ar mais agressivo à picape; de lado, o vinco acima do para-lama traseiro se destaca, assim como o degrau lateral (ou side step), que ficou mais largo do que a peça usada em sua antecessora; dentre diversos outros fatores.


Mas, além do visual diferenciado e das qualidades mecânicas, a Montana inovou mais uma vez no segmento. Depois de ter sido pioneira na introdução do side step – degrau que facilita o acesso a caçamba e que foi amplamente copiado pela concorrência – a Nova Montana oferece pacote de tecnologias exclusivas para o segmento, como piloto automático, computador de bordo, ar-condicionado com display digital e sensor crepuscular, elevando a oferta de equipamentos a um nível nunca antes atingido por nenhuma de suas concorrentes.


A traseira tem traços que buscam realçar a robustez do desenho da Montana. As lanternas possuem um desenho mais retilíneo e a tampa traseira incorpora o espaço para a placa, que em sua antecessora ficava no para-choque. A caçamba é o maior trunfo da picape: com 1,68 metro de comprimento, ela tem a maior capacidade de carga (758 quilos) e a maior capacidade volumétrica, com capacidade para 1.100 litros.


O interior é o mesmo do Agile, com direito a painel de instrumentos com iluminação azulada - chamada pela marca de Ice Blue - e anéis cromados em torno dos comandos do ar-condicionado (que tem um mostrador digital bastante futurista). A cabine tem um espaço de 164 litros atrás dos bancos, suficiente para levar mochilas, bolsas e até uma pequena compra do mês de supermercado. A visibilidade traseira, um dos pontos mais criticados pelos proprietários da antiga Montana, foi melhorada graças à nova posição dos bancos, que estão mais elevados.


A Nova Montana conta com o conhecido motor 1.4 Econo.Flex, que gera 104 cv com etanol e 101 cv quando abastecido com gasolina, ambos a 6.000 rpm., a picape acelera de 0 a 100 km/h em 12,1 segundos e chega aos 170 km/h de velocidade máxima, sempre com etanol no tanque. Com gasolina, estes números caem para 12,3 segundos e 168 km/h, respectivamente.


Para os interessados, a Montana possui duas versões de acabamento: LS e Sport. A configuração de entrada LS oferece protetor de caçamba, imobilizador eletrônico e rodas de aço de 14 polegadas com calotas de série. Há ainda dez ganchos para amarração das cargas transportadas, evidenciando sua vocação para o trabalho. Já a Sport se destaca pelo visual diferenciado. A lista de itens estéticos inclui faróis com máscara negra, lanternas fumê, capa dos espelhos retrovisores, maçanetas e frisos pintados na cor da carroceria, barra de proteção no teto, adesivos pretos nas colunas “B” e rodas de liga leve de 15 polegadas (que podem ser trocadas por um conjunto de 16 polegadas, vendido como opcional). O comprador pode rechear o modelo com freios com sistema anti-travamento (ABS), airbag duplo e itens pouco comuns em uma picape pequena, como piloto automático e sensor crepuscular, que acende os faróis automaticamente em locais com baixa luminosidade.


Segundo o gerente de vendas da Chevrolet José dos Santos, Leonardo Carneiro, a Montana está disponível da sede da concessionária, BR 040, km 699, para àqueles que desejam conhecer melhor as vantagens do veículo. “Para conhecer a Montana os interessados podem vir a José dos Santos que nossa equipe de atendimento está capacitada apresentar as vantagens do veículo”, informou Leonardo.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

História - O Tratado de Madrid, 13 de Janeiro de 1750



A partilha das colônias pertencentes à Espanha e Portugal na América do sul gerou polêmicas que acabaram em altercações e motins durante boa parte da história colonial.

Este tratado tornou-se responsável por determinar os limites entre as duas colônias sul-americanas, acabando definitivamente com as contendas. O Tratado de Tordesilhas – oficialmente demarcador das fronteiras entre Espanha e Portugal – nunca conseguiu ser totalmente respeitado, sendo portanto substituído pelo Tratado de Madrid, assinado na capital espanhola a 13 de janeiro de 1750, entre os reis de Portugal e da Espanha.

O Tratado de Madrid foi preparado cuidadosamente a partir do Mapa das Cortes, favorecendo as colônias portuguesas em prejuízo aos direitos dos espanhóis. Os diplomatas portugueses eram muito espertos e basearam-se no princípio do Uti Possidetis – direito de posse – para definir como se daria a divisão territorial, trabalhando também para a vitória portuguesa. Pelo Uti Possidetis a terra deveria ser ocupada por aqueles já se encontravam estabelecidos nela, com residência fixa e trabalho nas redondezas. Desta forma os portugueses se firmaram no grande território que hoje forma o Brasil.

O Tratado de Madrid estabeleceu que o limite da fronteira entre os domínios espanhóis e portugueses se daria a partir do ponto mediano entre a embocadura do Rio Madeira e a foz do Rio Mamoré, sempre seguindo em linha reta até visualizar a margem do Rio Javari. Surgia uma linha imaginária que futuramente geraria muitas discórdias.

Por este tratado Portugal foi obrigado a ceder a Colônia do Sacramento ao estuário da Prata, mas em compensação recebeu os atuais estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, o atual Mato Grosso do Sul, a gigantesca área que ficava no alto Paraguai e mais algumas extensões de terras abandonadas, também adquiridas através de negociações.

O tratado estabeleceu que a paz sempre reinaria entre as colônias, até quando as capitais das províncias se encontrassem em guerra; a Capital brasileira foi transferida de Salvador para o Rio de Janeiro; a posse da Amazônia foi cedida para Portugal e o Rio Uruguai foi escolhido como fronteira entre o Brasil e a Argentina.

O Tratado de Madrid foi importante para o Brasil porque definiu aproximadamente o contorno geográfico do Brasil hoje.

Fonte:http://www.infoescola.com

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

50 anos do Primeiro Estudante Negro da Universidade de Tennessee



Em 12 de janeiro de 1952, há exatos 50 anos, um estudante negro foi admitido pela primeira vez na Universidade de Tennessee, nos Estados Unidos, como estudante de pós-graduação. Seu nome era Gene Mitchell Gray. 

Este acontecimento é um dos marcos iniciais do conhecido e famoso Movimento dos direitos civis dos negros nos Estados Unidos, que aconteceu entre 1955 e 1968, e que consistia em conseguir reformas nos Estados Unidos visando a abolir a discriminação e a segregação racial no país. Com o aparecimento de movimentos negros como o Black Power e os Panteras Negras no meio dos anos 60, o clamor da sociedade negra por igualdade racial acabou aumentando seu pleito para a dignidade racial, igualdade econômica, auto-suficiência política e libertação da autoridade branca do país, eclipsando a razão inicial do movimento.

Fonte: Wikipedia