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sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Polícia Rodoviária reforça o alerta nas estradas de Minas


Termina no próximo domingo a operação “Férias Segura”, promovida pela Policia Militar Rodoviária(PRM/MG).  A expectativa é a de que as estradas mineiras estejam cheias neste último fim de semana de férias escolares.  O policiamento foi reforçado em pontos críticos dos trechos que dão acesso a Belo Horizonte.
Além do grande fluxo de veículos, a possibilidade de chuvas pode surpreender os motoristas. Por isso, é sempre bom estar com a revisão do veículo em dia, consultar a previsão do tempo e ainda checar a situação atual do trajeto escolhido.  É o que recomenda o coordenador do Batalhão de Polícia Rodoviária, tenente-coronel Cássio Eduardo Fernandes, que cuida das rodovias estaduais da Região Metropolitana de Belo Horizonte.
Fernandes explica que só no mês de janeiro há um aumento de 35% no fluxo de trânsito nas estradas da região. Desde o dia 5 de janeiro, a PMR aumentou 40 policiais nos três pontos críticos que dão acesso à capital: MG 365,  Anel Rodoviário e  MG 10.
Além do efetivo reforçado, 15 bafômetros estarão ativos. O número de mortes em janeiro de 2014, nas estradas da Região Metropolitana, dobrou em relação ao ano anterior.  Foram dez vítimas no ano passado e cinco em 2013.  “Nosso objetivo é sempre preservar vidas. Por isso, é importante que cada um faça a sua parte, dirigindo com segurança”, reforça o tenente-coronel.
No Estado
A Polícia Rodoviária Federal (PRF)  também estará de prontidão neste fim de semana. A operação Rodovida mantém 140 bafômetros, 22 radares e todo o efetivo de policiais nas estradas federais que cortam o Estado.
O balanço de acidentes da PRF será divulgado depois do Carnaval, quando termina a operação.  “O condutor deve ter atenção em toda a estrada e não apenas nos trechos já conhecidos como mais críticos”, alerta o assessor de imprensa da PRF, Aristides Junior.  
Para saber mais sobre as rodovias estaduais acesse página no DER: http://www.der.mg.gov.br/lista-de-servicos/37-rodovias-com-restricao-de-trafego.

Fonte: Agência Minas

AUMENTO DE GASOLINA EM BARBACENA, A PARTIR DE DOMINGO



Atenção motoristas de Barbacena, corram para abastecer, que a gasolina terá aumento R$0,28 na cidade a partir deste domingo. Em média a gasolina está R$ 3,20 o litro, passando a custar aproximadamente R$ 3,48. Mais informações a qualquer momento.

RADAR FOLHA 30/01 - TRÂNSITO NA RUA SETE

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Chuvas para hidrelétricas do Sudeste deverão ser de 52% da média em fevereiro, diz ONS


Fonte: Reuters Brasil
As chuvas que devem chegar aos reservatórios das hidrelétricas do Sudeste do país em fevereiro, importante mês do período úmido, serão de cerca de 52 por cento da média histórica, segundo estimativas iniciais para o mês do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).
   Já a região Nordeste deverá ter afluências equivalentes a 18 por cento da média histórica e o Norte a 76 por cento. Apenas o Sul deverá continuar tendo afluências bem acima da média histórica, a 126 por cento em fevereiro.
    As chuvas verificadas no país em janeiro, com exceção das que ocorreram na região Sul, ficaram bem abaixo da média histórica e das estimativas iniciais e as preocupações em relação ao suprimento de água e energia aumentaram ao longo do mês.

    A estação úmida vai até abril, quando as represas precisam estar recuperadas o bastante para garantir o abastecimento até o próximo período úmido, que costuma começar entre outubro e novembro.

Governo federal garante apoio a obras emergenciais contra a falta de água em Minas


O governador Fernando Pimentel recebeu nesta quarta-feira (28) o apoio da presidenta Dilma Rousseff para execução, ainda neste ano, de obra emergencial para enfrentar a falta de água no Estado. Em reunião com a presença do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, e da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, a presidenta garantiu ajuda federal para aumentar a captação de água na bacia do rio Paraopeba, obra que deverá estar concluída até novembro.
“É uma obra emergencial, que vai aumentar a captação de água em reservatório do Rio Manso em 4 a 5 metros cúbicos por segundo. Mas para atravessar o ano, é preciso reduzir o consumo principalmente na região metropolitana”, afirmou o governador, lembrando que outras medidas poderão ser tomadas ao longo de 2015. “Nossa meta é uma redução de 30%. Se isso não for suficiente, vamos para o rodízio. E se ainda assim não for suficiente, vamos para o racionamento”.
O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, afirmou que equipes técnicas do governo federal e do governo estadual vão analisar qual será a melhor forma de participação para a execução da obra. “O projeto final está em elaboração, por isso ainda não tem um valor definido, mas será feito um aditivo a contrato de PPP já existente, incluindo medidas para aumentar a vazão do reservatório”, disse.
O governador destacou que o problema já deveria ter sido enfrentado pelo Estado desde o ano passado. “A Agência Nacional de Águas fez dois alertas à Copasa, em agosto e setembro, mas isso não foi levado em consideração pela empresa. A população mineira não foi comunicada da gravidade da situação. Algumas medidas poderiam ter sido adotadas em meados do ano passado e não foram. Vão ter que ser adotadas agora com atraso e, portanto, mais intensidade”, disse Pimentel.
Para o governador, o cenário crítico estava desenhado desde o ano passado. “Em janeiro de 2014 os reservatórios estavam com 70% de sua capacidade. Hoje este índice caiu para 30%. Estava muito claro que algo poderia ter sido feito para amenizar o problema”. O governador afirmou ainda que outras obras de longo prazo serão executadas para atender o consumo do Estado até 2050. “Vamos construir mais um novo sistema de abastecimento na Região Metropolitana. Mas são obras que demoram três quatro anos. Hoje o que precisamos é reduzir o consumo e implantar medidas emergenciais”.
Rio Manso pode entrar no PAC
As obras de aumento da vazão de água para o sistema do rio Manso podem entrar para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o que agilizaria o andamento do processo. Foi que garantiu o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, após reunião com o governador Fernando Pimentel e a presidenta Dilma realizada hoje em Brasília.
“Não temos ainda todos os detalhes do projeto. Isso vai ser trabalhado entre as equipes técnicas e a ideia é que a gente tenha os detalhes até o fim de fevereiro, para o governo definir como pode ajudar o estado nisso. Pode ser inclusão em obras do PAC, mas pode também ser por ação conjunta ou outras modalidades”, disse o ministro Nelson Barbosa, após a reunião.
A obra é considerada prioritária e emergencial, afirmou Barbosa, e pode ser concluída ainda em 2015. Segundo o governador Pimentel, o novo sistema de abastecimento pode resolver o problema da região metropolitana de Belo Horizonte até 2050. A presidenta, afirmou o governador mineiro, conhece bem a região e ficou visivelmente preocupada, tendo orientado os ministros presentes para que apoiassem os pedidos.
Fonte: Agência Minas

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Baixo índice pluviométrico afeta produção de flores em Barbacena, MG


Fonte: g1.com
Segundo o 5º Distrito de Meteorologia, as chuvas que caíram em 2015 não foram suficientes para aumentar o volume dos mananciais que abastecem as cidades da Zona da Mata e Vertentes. Em Barbacena, até esta quarta-feira (28), foram 41,4% dos 263 milímetros de chuva esperados durante todo o mês de janeiro. Isso vem causando prejuízos aos produtores de flores na cidade, que só não são maiores porque eles armazenaram água durante 2014 em reservatórios subterrâneos.
Mesmo assim, a irrigação foi reduzida pela metade, causando a perda de qualidade das rosas.O agricultor Sebastião Silva nunca tinha visto um período de seca tão intenso na região. “A água da estufa cai sempre dentro da represa, e isso ajuda bastante. Qualquer chuvinha ajuda a encher”, disse.
Mesmo diante deste cenário, os responsáveis pelo sistema de abastecimento de água de Barbacena afirmam que o racionamento está descartado. No entanto, o assessor de imprensa do Serviço de Água e Saneamento (SAS) de Barbacena, Wendel Candian, explica que isso não implica em deixar de fazer o uso responsável da água. “Como em todo o Brasil, também estamos na campanha contra o desperdício de água e queremos que a população se conscientize e economize”, concluiu.
Mesmo nos dias em que o céu está nublado, o calor persiste. Por isso, toda a região é afetada. Em São João del Rei, por exemplo, 284 milímetros de chuva eram esperados em todo o mês de janeiro, mas cerca de 90 milímetros foram registrados. A previsão para Juiz de Fora era de 299 milímetros, mas até hoje o volume de chuva só atingiu os 85 milímetros. Em Viçosa, choveu o equivalente a 76 milímetros, enquanto o esperado eram 196 milímetros. No entanto, a pior situação é a de Coronel Pacheco. Lá, dos 310 milímetros previstos, choveu apenas 48. Pouco mais de 15% do esperado.

Abrindo Novas Janelas


A Mostra de Cinema de Tiradentes e o Ministério da Cultura têm o prazer de convidar para a roda de conversa “Diálogo da Cultura: um novo pacto do audiovisual brasileiro” a se realizar no dia 29 de janeiro, às 17h, no Cine-Teatro Sesi, em Tiradentes (MG).
A roda será mediada pelo assessor especial do Ministério da Cultura, Adriano de Angelis, e contará com a participação de Alfredo Manevi, presidente da SP Cine; Carla Francine, ex-gestora do Audiovisual da Secretaria de Cultura de Pernambuco; Raquel Hallak, diretora da Universo Produção e coordenadora geral da Mostra Tiradentes; e do cineasta e ativista Ricardo Targino.
O encontro atende ao propósito de pensar diretrizes capazes de fazer frente ao desafio lançado pelo Ministro Juca Ferreira em sua posse no MINC: “O audiovisual que o Brasil financia precisa estar acessível a todos os cidadãos”.
A roda/debate lançará bases para a formulação de uma nova Carta de Tiradentes, iniciativa dos realizadores, produtores e gestores culturais no ano de 2011, início do primeiro mandato da Presidenta Dilma Roussef.
SERVIÇO
DATA: 29/01/2015
RODA DE CONVERSA: “Diálogos da Cultura: Um Novo Pacto do Audiovisual Brasileiro”
LOCAL: Cine-Teatro Sesi
              Centro Cultural Yves Alves
              Tiradentes-MG
HORÁRIO: das 17h às 18h30

Ministério Público vai fiscalizar Carnaval nas cidades históricas




Fonte: Agência Minas
O Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MPE-MG) vai monitorar o cumprimento das normas para o carnaval nas cidades históricas do estado. Segundo o coordenador da Promotoria Estadual de Defesa do Patrimônio Cultural e Turístico de Minas Gerais, Marcos Paulo de Souza Miranda, os promotores de Justiça da área já foram orientados a fiscalizar os municípios para saber se as regras para a festa estão sendo cumpridas. Os prefeitos que não as cumprirem as normas podem ser responsabilizados criminalmente ou por improbidade administrativa caso haja dano patrimonial. O coordenador recomenda ainda que as cidades promovam orientações aos foliões: “É preciso que os municípios reforcem as campanhas educativas para evitar a ocorrência de danos à estrutura de bens do patrimônio cultural e à integridade física deles”. Produtores culturas e prefeituras ainda têm tempo para legalizar o carnaval. Veja como:
Para fazer o Carnaval na sua cidade
Antes da festa:
- É obrigatório que Corpo de Bombeiros, órgãos de proteção do patrimônio cultural e Prefeitura aprovem o local do evento que devem ser, preferencialmente, em locais onde não existam bens culturais protegidos;
- A Prefeitura, a Cemig e o Corpo de Bombeiros devem fiscalizar as instalações elétricas e a utilização de materiais inflamáveis, como botijões de gás e fogos de artifício;
- A instalação de barracas, palcos, arquibancadas, caixas de som, telões e equipamentos em geral deve respeitar as normas de distância dos bens culturais e da rede elétrica que são definidas caso a caso;
- A emissão de ruídos tem de estar de acordo com os níveis e horários considerados adequados e aceitáveis pela legislação vigente
- Os banheiros públicos devem ser instalados afastados das fachadas dos imóveis e monumentos culturais. A quantidade ideal é calculada pela quantidade prevista de público;
- Não podem ser vendidas bebidas acondicionadas em vasilhames de vidro e
- O município deve orientar os trajetos de trios elétricos e carros alegóricos para que não provoquem danos ao patrimônio ou exponham a segurança dos foliões.
Durante a festa, Prefeituras, órgãos de defesa do patrimônio público e Polícia Militar devem garantir a segurança do patrimônio e das pessoas. Imediatamente após o carnaval, o local das festividades tem de retornar à situação original, com limpeza, retirada de faixas, cartazes e enfeites.Estes cuidados são fundamentais, já que as festividades carnavalescas podem gerar trepidação das edificações antigas, atos de vandalismo e alterações na rotina das cidades. Por isso, o presidente do IEPHA, Fernando Viana Cabral recomenda: “A comunidade deve respeitar os valores de cada localidade e o patrimônio cultural”. Algumas brincadeiras são perigosas. Por isso, cuidados com a rede elétrica ao lançar serpentinas, confetes, balões, foguetes, rojões e outros adereços. E atenção: alguns comportamentos do folião são crimes e podem dar cadeia. Veja quais são e aproveite bem o carnaval! 


GIRO POLICIAL 28/01



Tráfico ilícito de drogas

Ontem, 28, na Rua Santana Garambéu, no Bairro Nova Cidade, em Barbacena, policiais militares em patrulhamento, abordaram três cidadãos, em conflito com a lei, sendo que com o autor 20 anos, foi encontrado, um (01) tablete de substância semelhante à maconha e dois (02) papelotes de substância semelhante a cocaína, sendo que o mesmo alegou ter comprado a referida droga no  Bairro Boa Vista, que estavam em um churrasco e saíu para compartilhar com os dois envolvidos de 22 e 29 anos.

Foi dada voz de prisão em flagrante delito aos autores e apreendida a substância entorpecente.


Outra infração referente a substância entorpecente

Na noite de ontem, 28, por volta de 23 horas, na Rua General Câmara, no Bairro São Geraldo, em Barbacena, policiais militares durante patrulhamento, nas proximidades de um Presídio local, deparamos com um veiculo VW Gol, de cor escura, estacionado com um indivíduo em seu interior em atitude suspeita e outro cidadão do lado de fora também em atitude suspeita, sendo este último ao perceber a presença da viatura abaixou a cabeça e entrou no veículo.

Ao ser feita abordagem e dada ordem para desembarcar do veículo, o adolescente de 15 anos, desceu do lado do carona, deixando a porta aberta. Enquanto isso o motorista saiu com o veículo em alta velocidade sentido ao aeroporto, sendo acompanhado pela viatura até nas proximidades de uma chácara, onde segundo informações de um vigilante de um condomínio, um carro de cor escura com o farol apagado seguiu sentido a localidade de Ponte do Cosme.

Foi realizado rastreamento pelas viaturas, mas o autor não foi localizado. Segundo relato do menor infrator, o condutor do VW/Gol, residente no Barro Preto, na localidade de Pinheiro Grosso, em Barbacena e, o motivo da fuga seria um mandado de prisão aberto em seu desfavor e que eles estavam naquele local para levar drogas para um detento, que faziam o contato com o detento través de aparelho celular dentro da cela no presídio, e para fazer tal serviço iria receber R$ 50,00 (cinqüenta reais) para jogar do estacionamento ao lodo do presídio duas buchas de maconha, porém não obtiveram êxito devido a intervenção da Polícia Militar e que o condutor do veículo fugiu com a droga.


Diante do exposto ao menor foi dada voz de apreensão em flagrante, por ato infracional, sendo acompanhado por genitora e encaminhado à presença da Autoridade Policial.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Pimentel diz que MG pode racionar água 'severamente' se não chover


Fonte: g1.com
Após se reunir com a presidente Dilma Rousseff em Brasília, o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, afirmou que o estado pode passar por racionamento "severo" de água se não chover o esperado e se não houver economia no consumo.
Na semana passada, a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) já havia criado uma campanha para reduzir em 30% o consumo de água pela população da região metropolitana de Belo Horizonte, além de intervenções para diminuir o desperdício.
“Se não chover, se o consumo não cair e se a vazão não aumentar em três meses, vamos ter que racionar severamente”, afirmou. “A meta é reduzir em 30% o consumo de água nos próximos meses e, se esta campanha não for suficiente, nós vamos fazer o rodízio e, se não for suficiente, vamos para o racionamento. Infelizmente, esta é a realidade e isso já vem desde o ano passado”, concluiu o governador.
A jornalistas, Pimentel explicou que a reunião com a presidente serviu para apresentar a ela a situação “grave” e “crítica” da crise hídrica no estado, além de ações desenvolvidas para garantir o abastecimento de água na Região Metropolitana de Belo Horizonte e no norte de Minas. Segundo o governador, o estado vive “colapso” no fornecimento.
Ao falar sobre a possibilidade de racionamento em Minas Gerais, Fernando Pimentel disse que o estado buscará o apoio do governo federal em medidas emergenciais. Segundo ele, Dilma garantiu que a União vai ajudar em obras, como a que prevê a captação de água do Rio Paraopeba para o Rio Manso.
De acordo com o governador, ainda não há previsão dos custos da obra, pois o projeto ainda está em fase de elaboração. Pimentel garantiu que as obras custarão “menos que R$ 1 bilhão”.
Inclusão no PAC
Ao lado de Pimentel, o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, informou que a obra do Rio Manso pode ser incluída no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), assim como a de ligação do Rio Paraíba do Sul (RJ) ao Sistema Cantareira (SP).

Barbosa disse ainda que que o governo federal vai dar o apoio “necessário” para Minas enfrentar a situação hídrica. Segundo ele, esta foi a primeira vez que o governo do estado apresentou o cenário da seca e que as obras previstas por Pimentel envolvem ações de curto prazo e medidas “estruturais”, com prazo “de mais de dez anos”.
“Nós não temos ainda todos os detalhes do projeto. Isso vai ser trabalhado entre as equipes técnicas e a ideia é que a gente tenha os detalhes até o fim de fevereiro, para o governo definir como pode audar o estado nisso. Pode ser inclusão em obras do PAC, como foi com o projeto apresentado por São Paulo, mas pode também ser por ação conjunta ou outras modalidades”, disse Barbosa.
De acordo com o ministro, também participaram da reunião a ministra Izabella Teixeira (Meio Ambiente) e representantes da Agência Nacional de Águas (ANA).
 Em meio à seca que atinge os estados principalmente da região Sudeste, considerada a pior dos últimos 84 anos pelo governo federal, seis ministros se reuniram no Palácio do Planalto na última sexta (23) para avaliar a situação. Após o encontro, Izabella Teixeira (Meio Ambiente) falou à imprensa e disse que o governo apoiará estados em obras para garantir o abastecimento de água.
Entre as ações destacadas pela ministra, está a inclusão da obra de ligação do rio Paraíba do Sul (RJ) ao Sistema Cantareira – um dos responsáveis pelo abastecimento de água na Grande São Paulo – na lista de obras do Programa de Aceleração do Crescimento. A transposição custará R$ 830 milhões e deverá ficar pronta em 14 meses.

RADAR FOLHA - AO VIVO: 28/01 - MANIFESTAÇÃO EM FRENTE À PREFEITURA MUNICIPAL DE BARBACENA

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Protesto acontece contra a nucleação de 7 escolas municipais na cidade. Os atos de nucleação foram assinados dia 9 passado, após reunião de mais de duas horas com o Secretário Municipal de Educação e Desporto, Fernando Prado, quando as questões de funcionalidades das unidades escolares e estabelecimentos de roteiros e quilometragens das linhas de transporte escolar do sistema municipal foram avaliadas. Segundo o Secretário, as medidas já estavam sendo estudadas desde meados de 2014.
O Decreto nº 7.719/15 promoveu a nucleação das seguintes escolas: I - EM Joaquim Augusto da Silva será absorvida pela EM Monsenhor Lopes; II- EM Queridinha Bias Fortes será absorvida pela EM Cel. José Máximo; III - EM Randolfo Teixeira de Andrade será absorvida pela EM.Tony Marcos de Andrade; IV - EM Walter Alfano será absorvida pelas EM.Rotary e EM Embaixador Martim Francisco; V - EM Benjamim Ferreira Guimarães será absorvida pela E. Visconde de Carandaí; VI – EM Embaixatriz Corina Andrada será absorvida pelas Escolas do Distrito de Correia de Almeida; e artigo 5º os alunos da EM São Sebastião, que comprovadamente residam no município de Barbacena, serão remanejados para as Escolas do Distrito de Correia de Almeida. Devido à sua localização, a referida escola também abriga alunos dos municípios de Santa Bárbara do Tugúrio e de Oliveira Fortes. O Decreto estabelece também uma nucleação parcial:a EM José Benedito Câmpara atenderá somente à demanda da Educação Infantil ao 5° ano no Turno da Manhã e a EM Crispim Bias Fortes atenderá somente à demanda do 6° ao 9° ano no Turno da Tarde.








Repúblicas de Ouro Preto se preparam para enfrentar crise da água


Fonte: g1.com
As repúblicas estudantis de Ouro Preto, na Região Central de Minas Gerais, famosas por receberem turistas de todo o Brasil, já se preparam para enfrentar a crise de abastecimento de água da cidade durante o carnaval, época em que a população passa de 70 mil pessoas para 140 mil.
O município, Patrimônio Mundial da Humanidade, adotou o sistema de rodízio há uma semana, por causa da queda nos níveis dos reservatórios da região. Atualmente a vazão é de 74 litros por segundo, sendo que o normal para esta época do ano é 90 litros por segundo.
Diferente de muitas cidades mineiras, os imóveis de Ouro Preto não possuem hidrômetros, aparelhos que medem o consumo de água. Os moradores pagam apenas uma taxa fixa de R$ 12 por mês. Por isso, segundo o Serviço de Água e Esgoto (Semae) da cidade, a conscientização na economia da água deve ser ainda maior.
A república Confraria optou por trocar as descargas antigas por modelos com caixas acopladas, mais econômicas que os aparelhos instalados na parede.
"Nós também instalamos temporizadores nos chuveiros da casa. A gente pode regular entre 5 e 15 minutos, mas vamos pedir pros turistas colaborarem. Nada de gastar água. As meninas também vão ter que maneirar com o secador", alertou Johnny Stephens Reis Pimenta, um dos moradores da república e responsável pelas reservas do carnaval. Dez pessoas moram na casa. A expectativa é que 35 foliões se hospedem no casarão histórico.
Os estudantes também têm cinco reservatórios de água. Segundo Johnny, dois deles foram comprados recentemente para que não haja risco de faltar água.
Outra preocupação é a conta de luz. "Normalmente a gente gasta entre R$ 250 e R$ 300 por mês. Quando tem carnaval, esse custo dobra", disse Johnny.
Na república Canaan, os estudantes também estão se prevenindo. Eles contam com uma cisterna e duas caixas d'água. "Pelo menos 120 pessoas devem passar por aqui durante o carnaval. O jeito vai ser bater na porta do banheiro pro pessoal maneirar no banho", conta um dos dez moradores da casa que prefere ser chamado pelo apelido de "Matusalém".
Na república Pureza, cartilhas com dicas de economia de água e energia elétrica estão sendo preparadas. "A ideia é distribuir para os turistas. A gente tem reservatório com capacidade de 10 mil litros e já começamos a encher", explica André Rodrigues, um dos estudantes que vivem na casa. Os moradores são parceiros da república Vaticano, que também está preocupada com a questão da água. Cerca de 180 pessoas devem passar pelas duas casas durante o carnaval. 

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Governador pede mobilização das cidades para reduzir consumo de água


As ações para o enfrentamento da falta de água em Minas Gerais foram discutidas pelo governador Fernando Pimentel, nesta segunda-feira (26), com os prefeitos dos 34 municípios que compõem a Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) – localidade mais afetada pelo problema. Durante a reunião, no Palácio Tiradentes, na capital, Pimentel pediu a mobilização das cidades para conseguir atingir a meta de redução de 30% no consumo da água.
Participaram da reunião, além do governador, prefeitos e da presidente da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), Sinara Meireles, o vice-governador Antônio Andrade; os secretários estaduais de Planejamento, Helvécio Magalhães; de Transportes e Obras Públicas, Murilo Valadares; da Casa Civil e Relações Institucionais, Marco Antônio Rezende Teixeira; de Desenvolvimento Regional, Política Urbana e Gestão Metropolitana, Tadeu Martins Leite; e de Governo, Odair Cunha, que também defendeu o diálogo com os municípios.
Além das obras emergenciais que serão realizadas pela Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) para diminuir o desperdício da água disponibilizada, atualmente em cerca de 40%, o governador solicitou aos prefeitos que atuem com firmeza nas ações que visem a redução do consumo, revendo práticas e incentivando o uso consciente através de campanhas publicitárias.
O encontro fez parte da nova postura de transparência do Executivo, que abriu as portas para dialogar com a sociedade e com os municípios os problemas enfrentados por eles. Pimentel também solicitou à Copasa que atue junto às prefeituras, fazendo a interlocução da situação e, posteriormente, trabalhe também na preservação de nascentes e no tratamento do esgoto.
O secretário de Estado de Transporte e Obras Públicas, Murilo Valadares, ressaltou, em entrevista após o encontro, a importância da participação dos prefeitos nesse processo. “Qualquer atitude que o governador tomar vai ser de acordo com os prefeitos. A Copasa tem de conversar com os prefeitos. Essa é a nova orientação do governo”, disse.
Valadares destacou ainda que uma das primeiras ações do governo é a utilização da parceria público-privada (PPP) no rio Manso para ampliar em quatro metros cúbicos por segundo a captação de água no rio Paraopeba, com a implantação de uma adutora com quatro quilômetros de extensão. “A Copasa já contratou um estudo para auxiliar nessa solução da captação no rio Paraopeba”, afirmou.
A mobilização e a interação desenvolvida pelo governador foram elogiadas pelos prefeitos, que destacaram o apoio do governo. “Foi a primeira vez que o Governo do Estado convocou a Granbel (Associação dos Municípios da Região Metropolitana de Belo Horizonte) para discutir um assunto tão sério como esse e para buscar soluções. E as soluções todos sabem: primeiro, que de haver investimento em novas captações de água e armazenamento”, disse, também em entrevista, o prefeito de Vespasiano, Carlos Murta.
Murta ainda destacou a preparação do Governo que, juntamente com a Copasa e com a Secretaria de Transportes e Obras Públicas, está planejando o investimento necessário, priorizando a criação de um novo sistema de abastecimento de água. O prefeito também reconheceu a necessidade da participação dos municípios. “Evidentemente, cada prefeito tem de contribuir dentro do seu município, buscando novas soluções. Se não houver a economia e a compreensão do cidadão através de campanhas publicitárias, de chamamento da sociedade, nós vamos ter uma crise que jamais se passou na Região Metropolitana”, destacou o prefeito de Vespasiano.
Parceria com governo federal
Nesta semana, Pimentel irá se reunir com a presidente Dilma Rousseff, em Brasília, para apresentar os projetos do Estado visando contornar o problema da falta de água. A força-tarefa criada pelo Executivo Estadual, composta por secretarias de Estado, empresas e autarquias, está levantando os dados referentes aos recursos necessários para as obras emergenciais e de médio e longo prazo. A presidente Dilma, o ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi, e a ministra de Meio Ambiente, Izabella Teixeira, já manifestaram apoio e a determinação para trabalhar em parceria com o Estado.
A Copasa também iniciou processo junto ao Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) para a adoção de medidas que possam levar a um consumo mais consciente, forçando a redução da demanda por parte da população. Uma campanha publicitária será veiculada, com o objetivo de conscientizar a população.
Fonte: Agência Minas

Especialistas veem risco governo esperar nível de represas cair a 10% para iniciar economia de energia


O governo federal não deveria esperar que o nível das represas de hidrelétricas caia a 10 por cento para iniciar uma campanha para redução de consumo de energia no Brasil, já que a esse nível o risco para o fornecimento de eletricidade é maior, segundo especialistas do setor.
O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, admitiu na semana passada que o país precisaria de um racionamento de energia caso o nível de água das represas caísse a 10 por cento. Mas esperar que os reservatórios cheguem a esse patamar para tomar uma medida de economia de energia pode não garantir a recuperação das represas e eleva o risco de apagões, disseram analistas e observadores do setor.
Representantes do Ministério de Minas e Energia não puderam comentar o assunto nesta terça-feira.
Porém, dentro do governo federal, a expectativa é que os reservatórios do Sudeste e Centro-Oeste cheguem em abril com cerca de 30 por cento da capacidade de armazenamento. Esse patamar, segundo uma fonte do governo, seria suficiente para as represas atravessarem o tradicional período de estiagem e chegarem a novembro, quando em tese voltam as chuvas, ainda acima do limite de 10 por cento.
Entretanto, previsões para a situação dos reservatórios das hidrelétricas do Sudeste do país em janeiro pioraram e as condições do período úmido atual têm se mostrado mais desfavoráveis do que no ano passado, frustrando expectativas iniciais de meteorologistas e do setor elétrico.
Atualmente, o nível médio das represas da região Sudeste, que concentra alguns dos principais reservatórios de hidrelétricas do país e é o maior centro de consumo de eletricidade do país, está em 17,07 por cento, marca que já representa riscos, segundo os especialistas. Vários reservatórios da região já exibem nível zero, segundo dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).
A região Nordeste, em pior situação, tem o nível das represas em 16,88 por cento.

Em 2001, o nível das represas do Sudeste estavam em 32,18 por cento ao final do período chuvoso, em abril, sendo que em meados desse mês foi iniciada uma campanha publicitária oficial para pedir à população que economizasse energia elétrica.
Em junho daquele ano, o governo federal decretou o racionamento de energia elétrica, com o objetivo de reduzir o consumo em 20 por cento. Antes do racionamento, ao final de maio, o nível das represas do Sudeste estava a 29,69 por cento.
Atualmente, o sistema elétrico brasileiro tem maior capacidade de geração e de transmissão de energia entre as regiões do país. Mas o corte de energia orquestrado pelo ONS na semana passada, atingindo as regiões Sudeste, Centro-Oestre e Sul mostra que o sistema já pode enfrentar problemas em momentos de pico de consumo de energia.
IMPRUDÊNCIA
O nível mínimo em que uma hidrelétrica pode operar varia de usina para usina, segundo o professor Luiz Pinguelli Rosa, diretor do centro de pós-graduação e pesquisa de engenharia (Coppe) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Segundo ele, algumas usinas até conseguem operar abaixo dos 10 por cento, mas os reservatórios já deveriam estar sendo poupados por meio do incentivo à economia de energia.
"Acho uma imprudência o que estamos fazendo, esses reservatórios deveriam ter sido poupados desde 2013 já e atravessamos 2014 forçando os reservatórios. O que o governo tinha que fazer agora é decretar um racionamento ou política de economia para alertar a população...17 por cento já é um nível alarmante", disse ele.
Quando o nível das represas está muito baixo, a partir de um determinado nível mínimo, manter a operação de hidrelétricas pode inclusive gerar danos para as turbinas. Além disso, o nível baixo reduz a eficiência das máquinas para geração de energia para atender os horários de pico de consumo, dizem especialistas.
O diretor do Centro Brasileiro de Infra Estrutura (Cbie), Adriano Pires, também considera que governo federal deveria tomar providências a partir de agora. Ele acredita que é perigoso deixar os reservatórios chegarem ao limite. "Quanto mais você chega ao fundo do reservatório, mais difícil será sua recuperação", disse.
O presidente da Comerc Energia, Cristopher Vlavianos, avalia que se as represas de hidrelétricas chegarem a 10 por cento, o setor elétrico já estará com problemas e que é preciso medidas preventivas. "A gente precisa ver como conseguimos terminar o período úmido. Dependendo de como terminar, pode ser que chegue em 10 por cento, por exemplo, em junho, ainda no meio do período seco", alertou.
Segundo ele, previsões exatas de chuva para o restante do período úmido tendem a ser imprecisas, diante das rápidas mudanças das condições metereológicas, mas a tendência é que o período úmido continue ruim, considerando que ele já começou como um dos piores do histórico.
O diretor da consultoria PSR Luiz Augusto Barroso avalia que para se decretar um racionamento de energia, deve-se avaliar a situação como um todo do sistema e não apenas o nível de reservatórios de uma determinada região. Para ele, uma medida para incentivar a economia de energia, no entanto, já deveria ocorrer.
"Em uma situação crítica, quanto mais tarde um processo de economia for iniciado, mais severo ele deverá ser", disse ele, que sugere que esse momento de forte aumento de tarifas de energia também fosse usado para incentivar os consumidores a economizar energia. "Poderíamos aproveitar para avisar que vai doer no bolso e pedir colaboração. No ano passado, poderíamos ter ido à TV para estimular o uso racional da energia. Todo mundo ganha com isso."

Fonte: Reuters

Bancos de Leite Humano estão com estoques abaixo da média em MG


Os Bancos de Leite Humano abastecem hospitais de Minas Gerais. Em Juiz de Fora, por exemplo, segundo a coordenação do local, o estoque está 70% abaixo do normal. Só os casos mais graves estão sendo atendidos.
Ainda segundo os especialistas, em janeiro é normal que as doações diminuam, mas neste ano foi além do esperado. O leite humano é essencial para recém-nascidos prematuros e com baixo peso.
O leite contém uma composição ideal para garantir uma saúde melhor aos bebês, por causa do fator imunológico.
Minas Gerais tem 33 unidades de banco de leite humano cadastradas. Na internet há outras informações e o endereço do Banco de Leite Humano mais perto da sua casa.
Fonte: g1.com

Com mais de 210 mil vagas, ProUni 2015 está com inscrições abertas


Estão abertas as inscrições para o 1º semestre de 2015 do Programa Universidade para Todos (ProUni). Nesta edição, o Programa do Ministério da Educação oferta 213.113 bolsas em instituições privadas de ensino superior, em cursos de graduação e sequenciais de formação específica, a estudantes brasileiros sem diploma de nível superior. O processo seletivo do Prouni possui uma única etapa de inscrição que é gratuita e feita exclusivamente pela internet, por meio da página do Prouni. O período de inscrição vai até as 23h59 de quinta-feira (29).
 Podem se inscrever estudantes egressos do ensino médio da rede pública ou da rede particular na condição de bolsistas integrais da própria escola; estudantes com deficiência; e professores da rede pública de ensino do quadro permanente que concorrerem a cursos de licenciatura - nesse caso não é necessário comprovar renda.
 Do total de bolsas em oferta são 135.616 integrais e 77.497 parciais. As integrais são destinadas a estudantes que possuam renda familiar bruta mensal, por pessoa, de até um salário mínimo e meio. Já as parciais têm foco nos estudantes que possuam renda familiar bruta mensal, por pessoa, de até três salários mínimos.
Na primeira edição de 2015 do ProUni os candidatos poderão concorrer a bolsas em 30.549 cursos, em 1.117 instituições de ensino superior privadas.
Desempenho no Enem 2014
Pode ser candidato ao Prouni 1º/2015 o estudante que tenha participado do Enem de 2014 e alcançado no mínimo 450 pontos na média das notas do Exame. O candidato deve, ainda, ter obtido nota acima de zero na redação. Não são consideradas as notas obtidas nos exames anteriores. Os resultados do Enem são usados como critério para a distribuição das bolsas de estudo.
Fonte: Portal do Governo do Estado de Minas Gerais

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Documentos revelam duas décadas de buscas por óvnis nos EUA


O historiador amador John Greenewald passou quase duas décadas solicitando informações consideradas não confidenciais do governo dos Estados Unidos sobre objetos voadores não identificados (óvnis).
O resultado foi a postagem na internet de mais de 100 mil páginas de documentos sobre os inquéritos internos de óvnis da Força Aérea americana.
Veja abaixo cinco entre os principais pontos dos arquivos abertos pelo chamado Projeto Livro Azul. As revelações podem ser lidas no site http://projectbluebook.theblackvault.com.

1. O Projeto Livro Azul foi um projeto ambicioso

As origens do ambicioso projeto datam de junho de 1947, disse à BBC o pesquisador sobre óvnis Alejandro Rojas.
O editor da revista Open Minds disse que um respeitado empresário e piloto, Kenneth Arnold, estava sobrevoando sobre o Estado de Washington quando testemunhou vários objetos voadores não identificados.
Mais tarde, Arnold descreveu que os objetos "saltavam como pires". A imprensa adotou o termo, e passou a chamá-los de discos voadores.
Este incidente - e vários outros, incluindo o possível pouso de um óvni em Roswell, no Novo México, no mesmo ano - levou a Força Aérea a lançar um órgão de investigação específico sobre o tema.
Nomeado Projeto Livro Azul e sediado na Base Aérea de Wright-Patterson, em Ohio, a ideia era que o programa fosse formado por apenas alguns funcionários. No entanto, o grupo investigou 12.618 registros de óvnis num período de duas décadas.

2. Projeto respondeu a um mal-estar público

Criado nos anos imediatamente seguintes à Segunda Guerra Mundial, o Projeto Livro Azul tinha a intenção de interromper a disseminação do mal-estar público diante do número crescente de relatos de visualizações de óvnis, incluindo sobre locais importantes como a Casa Branca e o Capitólio.
"Havia muita histeria do público, e para os militares e o governo na época, era uma grande ameaça", diz Greenewald. "Não importa se os óvnis eram alienígenas ou não, eles estavam causando pânico, então [o governo] tinha de controlar os nervos de todo mundo."
Embora sejam vistas com sarcasmo hoje, as ocorrências de avistamento de óvnis teriam sido discutidas por altos integrantes do governo americano nos anos 1940 e 1950.
"A questão foi levada muito a sério naquela época", disse Rojas. Chefes da CIA, a agência de inteligência americana, à época afirmavam publicamente que se tratava de um fenômeno real.
Em 1966, outra comissão da Força Aérea foi criada para analisar a fundo alguns dos casos do Projeto Livro Azul. Mais tarde, esse grupo divulgou um relatório que afirmou não ter encontrado evidências de óvnis.
O Livro Azul foi oficialmente encerrado em 1969.

3. Muitos dos casos não deram em nada

Apesar de muitas fontes confiáves - de almirantes da Marinha a pilotos militares e civis - terem relatado avistamento de óvnis, a maioria dos casos investigados pelo Projeto Livro Azul acabou envolvendo balões meteorológicos, gases de pântano, eventos meteorológicos e até mesmo inversões de temperatura.
Em Seattle, no Estado de Washington, em abril de 1956, uma testemunha descreveu ter visto um "objeto redondo, branco... [que] dava voltas e voltas", de acordo com os documentos. Posteriormente, os investigadores concluíram que se tratava de um meteoro e encerraram o caso.
Em janeiro de 1961, em Newark, New Jersey, uma testemunha relatou ter visto um objeto cinza escuro "do tamanho de um jato sem asas". Esse objeto, mais tarde, foi identificado como um avião.

4. Outros casos não são tão facilmente explicados

De acordo com Greenewald e Rojas, mais de 700 casos do Livro Azul não puderam ser explicados pelos investigadores. Muitos desses casos citaram dados ou provas insuficientes.
Mas mesmo alguns dos casos encerrados levantam mais perguntas do que respostas para os ufólogos. Em um deles, em 1964, um policial em Socorro, no Novo México, interrompeu uma perseguição a um suspeito após avistar uma aeronave estranha.
Ele seguiu o objeto - descrito como tendo uma insígnia vermelha estranha - e o viu aterrissar. Dois seres do tamanho de crianças saíram. O objeto, então, decolou, deixando queimaduras e vestígios no terreno.
"O Livro Azul rotulou [o caso] como inexplicável e, mesmo depois de todas estas décadas, ainda não conseguem explicá-lo", diz Greenewald.

5. Há ainda informações a serem descobertas sobre óvnis

Embora Greenewald tenha acumulado um arsenal de documentos do governo, ele diz haver muitos outros a que nem ele nem o público tiveram acesso.
Um pedido feito à Agência de Segurança Nacional rendeu centenas de páginas - mas as revelações estavam tão editadas que apenas algumas palavras apareciam em cada página, diz.
Outras entidades do governo americano - incluindo a CIA e a agência de inteligência de defesa - também realizaram investigações sobre óvnis que não foram divulgadas, diz Greenewald.
"Eu acho que o Projeto Livro Azul é apenas a ponta do iceberg", diz ele, acrescentando que vai continuar a pedir mais informações ao governo dos EUA.
Fonte: BBC Brasil